Dica Cultural: Peça Teatral “Doce pássaro da Juventude”

Olá amigos que curtem meu blog, dessa vez vou indicar essa peça Teatral com a Diva Vera Fischer e grande elenco. Maravilhosa a peça, o entrosamento dos atores e atrizes, adorei, grande espetáculo que eu recomendo a todos. Inclusive realizei meu sonho de conhecer e tietar a grande “Deusa” Vera Fischer, observem meu sorriso na foto (lol).

O CLÁSSICO DOCE PÁSSARO DA JUVENTUDE
Teatro Carlos Gomes Praça Tiradentes –Centro – Rio de Janeiro
Quinta (02/11) às 19H
Sexta (03/11) às 19H
Sábado (04/11) às 19H
Domingo (05/11) às 18H

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Sinopse:

Alexandra Del Lago é uma atriz decadente, inteligente, ególatra, talentosa, manipuladora e sem censura alguma. “A personagem é uma experiente artista, que se olha no espelho e enxerga uma velha fracassada. Com isso, foge para o interior e acaba conhecendo um homem mais novo, que almeja poder e sucesso”, detalha Vera, que produz o espetáculo, junto com Luciano Borges e Edson Fieschi. O ator Pierre Baitelli é o jovem galã ambicioso Chance Wayne, interpretado no cinema por Paul Newman.
“A Vera escolhe personagens certos, sabe o que falar e se conhece muito bem”, conta o Gilberto Gawronski. A peça faz ensaios abertos, de 5 a 8 de outubro, no Teatro Carlos Gomes, a preços populares – 20 e 40 reais – e estreia no próximo dia 12.
A trama se passa na década 1950, no sul dos Estados Unidos, em meio ao surgimento do KuKluxKlan, época marcada pela oposição aos movimentos civis, violência e discriminação racial. “Me identifiquei muito com a personagem, é como se o Tennessee fosse meu amigo e tivesse escrito tudo isso para mim”, conta Vera, que,além de Baitelli, divide o palco com Mario Borges, Ivone Hoffmann, Bruno Dubeux, Clara Garcia, Dennis Pinheiro, Juliana Boller, Pedro Garcia Netto e Renato Krueger.
A proposta da montagem é fazer uma encenação realista que trabalhe os signos teatrais: “A personagem Celeste (Juliana Boller) é uma figura cheia de luz, BossFinley (Mario Borges) é o chefe, enquanto Chance (Pierre Baitelli) é a sorte”, explica Gawronski, que trabalha pela primeira vez com um texto do autor. O cenário assinado por Mina Quental é um espaço neutro, onde a cama e o palanque político são o mesmo lugar, fazendo uma metáfora entre sexo e poder. O figurino, de Marcelo Marques, remete aos anos 50, apenas o essencial entra em cena. A trilha sonora original foi especialmente desenvolvida para o espetáculo por Alexandre Elias.
“Nos inspiramos no cinema americano da década de 50. Entre músicas, canções e vinhetas, misturamos instrumentos como saxofone, baixo acústico e piano com a música eletrônica”, explica Elias, ganhador dos prêmios Shell e Bibi Ferreira pela direção musical de “Gonzagão, a Lenda”.
Vera ainda destaca a sua satisfação pessoal pelo projeto em meio a uma crise financeira e cultural no país. “Estamos fazendo uma peça grandiosa. Todos estão muito felizes, pois ninguém está contratando dez atores para fazer um espetáculo atualmente”.Trabalhando como uma companhia de teatro, o diretor destaca a união de todos a serviço de Tennessee: “Temos o mesmo objetivo, o trabalho é colaborativo. O que nos une é a dramaturgia”.
Sobre Vera Fischer:
Vera Fisher se define como “um bicho de teatro”. Ela lembra a primeira vez que pisou no palco: “eu achava que teatro tinha que ser feito por atrizes quase deusas. Achava tão importante estrear que tive uma gastrite nervosa no meu primeiro espetáculo”. Miss Brasil em 1969, logo iniciou sua trajetória artística. Estreou em novelas em 1976. O primeiro trabalho foi “Espelho Mágico”, de Lauro César Muniz. Foi premiada em 1977 e 1982 como melhor atriz pelos filmes “Amor Estranho Amor” e “Intimidade”. “Pisar no palco é comigo mesmo”, diz a atriz que produziu a primeira peça, em 1983, “Os Desinibidos”, de Roberto Athayde. Em 1984, encenou “Negócios de Estado”, de Louis Verneuil. Em 1992, fez uma Lady Macbeth apaixonada em “Macbeth”, releitura de Shakespeare de Ulysses Cruz. Quando quis mostrar o universo de Eugene O’Neill, Vera representou, em 1994, a tragédia “Desejo”. Seu encontro com Tennessee Williams se deu em 2000, quando atuou e produziu a peça “Gata em Teto de Zinco Quente”, sucesso em todo o Brasil. Seus últimos trabalhos no teatro foram “Relações Aparentes”, em 2016, e “Ela é o Cara”, uma comédia surrealista, que terminou temporada em maio de 2017. Vera ainda lançou quatro livros e pintou mais de 200 quadros.
Ensaios abertos: dias 05, 06, 07 e 08 de outubro *(preço promocional: R$40,00
Estreia: dia 12 de outubro
Ficha Técnica:
Texto: Tennessee Williams
Tradução: Clara Carvalho
Adaptação: Marcos Daud
Direção: Gilberto Gawronski
Elenco: Vera Fischer, Pierre Baitelli, Mario Borges, Ivone Hoffmann, Bruno Dubeux,Clara Garcia, Dennis Pinheiro, Juliana Boller, Pedro Garcia Netto, Renato Krueger
Cenário: Mina Quental
Figurinos: Marcelo Marques
Iluminação: Paulo César Medeiros
Trilha sonora original: Alexandre Elias
Fotos estúdio: Marcelo Faustini
Produção Executiva: Joana D´Aguiar
Produção Geral: Luciano Borges e Edson Fieschi
Realização: Borges &Fieschi Produções Culturais
Assessoria de Imprensa: Barata Comunicação

Dias, horários e valores: 
Quinta às 19:00 – R$ 60,00 (Valor inteira)
Sexta às 19:00 – R$ 60,00 (Valor inteira)
Sábado às 19:00 – R$ 60,00 (Valor inteira)
Domingo às 18:00 – R$ 60,00 (Valor inteira)

Duração: 110 minutos

Temporada: 
De 05/10/2017 Até 26/11/2017

Contato: 
(21) 2224-3602

Classificação: 
14 anos

 

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