Dica de Livro: My Take on me – Morten Harket vocalista do A-ha

Dica de Livro: Vocalista do a-ha lança sua autobiografia no mundo e que chega ao Brasil.

DicaA de Livro: Vocalista do a-ha lança sua autobiografia no mundo e que chega ao Brasil.a além de ser na minha opinião o maior vocalista do mundo, Morten Harket é um norueguês com alma brasileira. uma pessoa simples e do povo, sensacional, realiza projetos sociais no Brasil, mas especificamente no Pará e em Rondônia, a banda em 2015 realizou dois shows beneficentes, arrecadando kits de materiais escolar para 25 mil crianças, inclusive com reformas de escolas em 2 municípios paraenses, inclusive realizando com a mineradora hydro projetos de reflorestamento em áreas devastadas da selva amazônica. Por isso, eu admiro MORTEN HARKET.

No Reino da Noruega, Morten Harket é considerado o maior artista da história do país escandinavo. E o A-ha, claro, a maior banda. Também, pudera: em 30 anos de carreira, o trio de pop-rock vendeu mais de 80 milhões de discos no mundo todo, boa parte em lojas brasileiras. Quando o cantor pisou pela primeira vez no Brasil, em 1989, a banda já havia emplacado hits como Take on Me, Hunting High and Low e You Are The One, além de ter no currículo uma trilha de 007: The Living Daylights. Em 1991, tocou no Maracanã para 200 mil pessoas na segunda edição Rock in Rio e entrou para o Guinness Book. “O som quente que veio do frio”, foi como descreveu a imprensa nacional na época. Eles haviam conquistado de vez o país tropical. Neste livro você vai saber como um garoto de subúrbio, que sofria bullying na escola, virou o frontman do grupo que fez sucesso mundial com o synthpop romântico e marcou a cena musical da década de 1980, ao lado de Duran Duran, Pet Shop Boys e Wham! O jovem que era conhecido por sonhar acordado na Noruega mudou para a Inglaterra e virou realidade: Morten Harket, umas das vozes mais respeitadas e invejadas do meio artístico, revela aqui mais que sua arte. Stay On These Roads, we shall meet. Rodrigo Rodrigues – Jornalista e Músico.

A Editora Faro Editorial acabou de publicar na sua página do Facebook que o livro “My Take on Me”, Biografia de Morten, já está disponível para compra no site da Saraiva, no valor de R$ 59,90.

Para ter acesso ao link e adquirir o livro, acesse aqui

E abaixo o texto apresentado pela Editora:

A-HA! MORTEN HARKET conta os bastidores do sucesso em MY TAKE ON ME. Saiu a autobiografia do A-HA!
Ganhe um pôster exclusivo adquirindo pelo link abaixo, na Saraiva! Livro especial, em capa dura, 288 páginas incluindo fotos desde a infância dos ídolos mundiais.
http://acesse.vc/v2/125471cad1e

Nota:
Apesar do texto empolgante, vale reforçar que o livro é uma autobiografia de Morten Harket. Independente disso, ficamos felizes que finalmente está sendo lançado no Brasil uma publicação relacionada a banda.

A-HA: NOVIDADES SOBRE A “ACOUSTIC TOUR”

Oslo (duas datas) e Londres foram confirmadas oficialmente na “Acoustic Tour” que acontecerá no próximo ano. Com isso, já são 13 shows agendados para o período de 23 de janeiro a 14 de fevereiro.

A banda vem trabalhando em estúdio, e através dos canais oficiais do a-ha e dos músicos que estão envolvidos no projeto, é possível ver registros de fotos e vídeos desses momentos.

Seguem informações dadas por Mags, Morten e Paul referentes ao a-ha e sobre o novo projeto.

Mags:

Estamos em processo de acrescentar algumas novas canções, e também dando uma olhada em nossa história, descobrindo coisas, canções guardadas, também queremos alguns convidados especiais, espero que seja uma coisa divertida, será para nós, espero que para o público também”.

Morten:

Haverá um novo material, ou material que não foi divulgado no passado, mas novo no sentido de não ter sido lançado antes, certamente, não desta maneira, e eu acho que haverá uma ou duas versões cover talvez.

É algo comum querer incluir algo de fora também, serão canções que eu acho que tem algo comum, significam algo para nós em nossa carreira, em nossa época.

Londres é especial, porque foi onde crescemos como banda, foi aonde nós nos tornamos a-ha.

The Voice Noruega:

Neste ano, Morten será um dos mentores do The Voice norueguês. A notícia foi bastante repercutida na imprensa local, afinal, trata-se do maior astro do País.

Morten Harket é o número um indiscutível na indústria musical norueguesa e tem sido uma voz clara no mundo da música internacional desde a descoberta com o álbum de estreia “Hunting High and Low”, com A-ha em 1985. Morten é tido como dono de uma das melhores vozes e pode contribuir de maneira especial em trabalhar com desenvolvimento do artista de novos talentos na voz”, diz diretor do programa Jarle Nakken na TV2.

Paul

Em entrevista ao Superdeluxeedition.com, Paul respondeu questões referentes a turnê acústica e relançamentos de edições especiais dos álbuns Minor Earth Major Sky e Lifelines:

SDE: E qual é o pensamento por trás desta turnê acústica. A ideia é apenas fazer algo um pouco diferente sob a bandeira a-ha?

PWS: Nossas canções tendem a ser escritas em guitarra acústica ou piano acústico para que eles sempre se adaptem muito bem a qualquer forma que você quer dar – e tem sido algo que as pessoas dizem: “vocêsdevem fazer um álbum acústico”.

SDE: Eu entendo que nós podemos ver as reedições de Minor Earth Major Sky Lifelines em um futuro não muito distante?

PWS: Sim

SDE: É óbvio que você e a banda estiveram muito envolvidos nas reedições, já que há muito material demo sobre elas. Quanto você gosta desse processo?

PWS: Isso tem sido bom. Estivemos cavando profundamente nosarquivos tentando encontrar várias coisas em cassetes e DATs velhos. Você encontra alguma coisa e então o cara da gravadora vai embora e tenta encontrar uma versão de melhor qualidade da mesma gravação, porque muitas vezes teremos uma cópia de cassete, mas não será a master. É um monte de trabalho de detetive para descobrir onde as coisas acabaram.

SDE: Também lhe dá a oportunidade de reavaliar o trabalho que você fez na época. Minor Earth Major Sky foi o seu álbum de “retorno”. Como você reflete sobre esse registro?

PWS: Tenho ótimas lembranças desse álbum. Um bom período, muito material. Deve haver alguns bons outtakes sobre esses lançamentos. Lifelines foi um pouco mais de luta. Tentamos trabalhar com cinco ou seis produtores diferentes, de modo que foi o primeiro álbum onde tudo estava espalhado em muitos lugares diferentes. A coisa boa sobre isso é que você acaba com toneladas de versões diferentes e outtakes que você pode usar na reedição.

Nessa entrevista, ele também comenta sobre o projeto Waaktaar & Zoe. Você pode ter acesso a essas informações no link:

http://www.superdeluxeedition.com/interview/a-has-pal-waaktaar-savoy-talks-to-sde-about-new-project-world-of-trouble/

Ainda sobre o acústico, Paul declarou que: Estamos começando a ver o que tocaremos para o acústico, a banda está tentando analisar todos os álbuns para verificar quais as canções que se encaixam no formato.

Dica de Show Humor: Miguel Marques “Chegando Junto” Convidado Especial Márcio Ramalho

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Alô galera da Zona Norte,
Atenção Família TUPI…

Venha dar boas gargalhadas com essa dupla de Humoristas

Miguel Marques e Marcio Ramalho.

Direção Paulinho Gogó

Sexta dia 17 de fevereiro 8 da Noite, estarei no Grajaú Country Club com CONVIDADO ESPECIAL : Márcio Ramalho
Venha também ” CHEGAR JUNTO” !!

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Sócio Torcedor ou Sócio Doador? Qual o verdadeiro potencial dos programas de relacionamento com torcedores no Brasil?

Já faz alguns anos, poucos, que o assunto está em voga. Alguns clubes já o tinham implantado, na maioria dos casos de forma amadora mas, mais recentemente, os tem profissionalizado através de empresas especializadas (ou nem tanto) que administram o programa, a carteira e, em muitos casos as ativações.

Em quase todos os clubes que os implantaram de maneira séria, o programa já se tornou a maior fonte de receitas, ou seja, o maior patrocinador.

Infelizmente também na grande maioria dos casos, o programa não é visto dessa forma, não é cuidado e a ele não é dado a atenção devida, sendo percebido pelos dirigentes apenas como mais uma fonte de receita, de onde se deve sugar o máximo sem se preocupar em dar um retorno maior do que alguns descontos em ingresso – ou até ingressos de graça -para algumas ou todas as partidas do período pago pelo torcedor. O mesmo comportamento que ainda existe, por parte de alguns dirigentes amadores e com visão ultrapassada em relação a patrocinadores e investidores do clube que, como citei em um dos meus recentes posts, querem apenas que a eles seja entregue o cheque a cada ano e que desapareçam.

Muitas oportunidades de engajamento e de relacionamento com antigos torcedores e de atração de novos fãs, jovens e crianças, são perdidas ao não se envolver diretamente e ativamente o maior dos ativos do clube, os jogadores de futebol. Em quase todos os casos a desculpas são que essas ativações atrapalhariam o desenvolvimento técnico da equipe, perturbando os treinos, a tranquilidade dos jogadores em voos, no momento da chegada e saída do estádio e também seu momento de descanso.

O ponto crucial é que, nos momentos em que os jogadores estão treinando ou concentrados, o cuidado das ativações tem que realmente ser extremos, evitando interrupções e mantendo a tranquilidade da equipe, o que não impossibilita sócios torcedores de assistirem trechos de alguns treinos; estar no mesmo ambiente que os jogadores no hotel, posto que estes quando saem de seus quartos para o café da manhã ou almoço já estão, quase que obrigatoriamente, no mesmo restaurante do hotel que os outros hóspedes; compartilharem voos, já que também nesses casos, nos voos de carreira que a CBF fornece durante o Brasileirão e Copa do Brasil, obrigatoriamente os jogadores estão na mesma cabine que vários torcedores, de seu time e adversários; na chegada e saída de uma partida no estádio, já que sempre existem fãs que, sendo amigos de familiares de jogadores e de dirigentes, ou de políticos locais ou de funcionários do estádio ou do clube ou da federação, acabam tendo acesso de qualquer forma a esse momento. Então, porque não usar esses momentos para atrair ainda mais sócios torcedores e aumentar a arrecadação do clube?

Excluindo-se os períodos de treino, concentração ou jogo, onde o cuidado deve ser maior, mas que de alguma forma já existe algum tipo de interação amadora, como citado o parágrafo anterior, em todos os outros períodos os jogadores deveriam estar livres para fazer o que quiserem, desde participar de um evento de patrocinador até de um churrasco de amigos ou comparecer a um bate papo com sócios torcedores ou mesmo ligar ou aparecer na casa de alguns deles para desejar feliz aniversário, ações estas de custo praticamente zero para os clubes mas com alto grau de retorno de mídia e de conquista de novos assinantes e torcedores. Infelizmente para o clube, alguns executivos de futebol não pensam assim, acreditando que devem manter um controle total sobre tudo o que os jogadores fazem em suas vidas particulares e, obviamente também em suas relações com o Marketing do clube e seus patrocinadores.

Enquanto pensarem e agirem dessa forma, e os dirigentes aceitarem essa imposição vindo de baixo para cima, os clubes continuarão deixando de aumentar a arrecadação com os projetos de Sócios Torcedores e continuarão se perguntando porque os números não crescem e, a cada derrota ou momento de revés, que é quando mais o clube precisa de receita, assistir o número de membros do programa sempre diminuir. É evidente que os resultados em campo influenciam os números de Sócios Torcedores, caso ele seja vinculado exclusivamente em acesso ao estádios e desconto no ingresso mas, a partir do momento que são criadas ações de engajamento, onde os torcedores percebam a possibilidade de estar mais próximos a seu clube, dos seus ídolos, de seus jogadores, a chance de envolver seus filhos, sua família, seus amigos e parentes no dia a dia da sua maior paixão, mesmo em momentos nos quais o clube esteja passando por dificuldades em campo, o torcedor continuará contribuindo com sua mensalidade, não apenas para ter descontos em produtos em parceiros do programa, mas também por saber que a qualquer momento ele pode estar participando de algum evento, de algum momento junto com seu time do coração.

As possibilidades crescem ainda mais quando o clube busca aumentar sua base fora do seu mercado local. Vemos isso acontecer com clubes europeus que fazem pré-temporada na Ásia e até jogos importantes como Supercopas, torneios e até partidas do próprio campeonato, e na NBA e NFL que fazem jogos da temporada regular fora dos EUA, buscando conquistar novos fãs mas, enquanto isso, no Brasil, com vários clubes já tendo uma torcida existente fora de suas cidades, do seu estado, onde o desafio não seria de conquista de mercado, mas de aproximação e de tê-los como sócios torcedores, aumentando a arrecadação e tendo mais dinheiro pra investir em desenvolvimento da base e contratação de novos talentos, existe a continua reclamação por parte do departamento de futebol, que viagens causam extremo desgaste e que os jogadores não devem ser expostos a esse tipo de stress. Essas ações e viagens são essenciais para conquista e manutenção da base de torcedores e sócios torcedores, então o clube deveria entender que o departamento de futebol, departamento médico e de logística precisam ser estruturados para atender essa necessidade da entidade, sendo contratada já sabendo desses objetivos do clube.

Os clubes que tem ou que querem ampliar suas bases, precisam criar uma rotina de jogos pelo país e, talvez, até fora dele. Todos sabemos os horários e dias dos principais programas de tv, do telejornal, horários nos quais são transmitidos os jogos, do Arena e do Redação SporTv, da novela, entre outros programas. Assim se fideliza o público, criando hábitos e rotinas. O mesmo deve ser feito no futebol. Uma equipe que queira desenvolver sua base de torcedores e sócios torcedores precisa se comprometer a jogar sempre uma ou duas vezes por ano em determinada cidade, estado ou região para, assim, o consumidor, o torcedor, o fã, saber que terá contato com sua paixão, que terá um evento naqueles períodos, o qual fará com que melhore ou crie uma relação mais próxima, fará com que se tornem sócios torcedores garantindo a preferência e os descontos na compra de ingressos e até, nas ações de engajamento e ativação, uma maior aproximação com seus ídolos.

Leia mais em http://fredmourao.blogspot.com.br/

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Jornalista Cláudio Nogueira lança e-book sobre o Vasco

Em seu trabalho, Nogueira explica como a instituição, fundada no Centro por imigrantes portugueses e descendentes, instalou-se no bairro de São Cristóvão.

— Além do preconceito que o Vasco sofria por ter sido o primeiro clube a escalar jogadores pobres, negros e nordestinos, havia um ranço por conta de o time não ter um estádio. Foi quando os torcedores iniciaram uma vaquinha para comprar um terreno, entre 1925 e 1926, antes uma pequena chácara que pertencia à Marquesa de Santos no século XIX. Curiosamente, ela era amante do imperador Dom Pedro I, que morava ali perto, na Quinta da Boa Vista — relata.

As obras começaram e o estádio foi inaugurado no dia 21 de abril de 1927, na derrota do Vasco por 5 a 3 para o Santos. Nogueira lembra que o Vasco então se firmou como um clube da Zona Norte, mais ligado ao subúrbio.

— É o único entre os quatro grandes do Rio com sede histórica na região. São Januário chegou a ser eleito a “maravilha da Zona Norte” — detalha Nogueira.

Autor de cinco livros impressos (sendo dois sobre o clube cruzmaltino: “Time do meu coração Vasco” e “Os dez mais do Vasco da Gama”), o jornalista explica por que preferiu fazer um livro eletrônico:

— É mais barato do que publicar uma obra impressa, além de ecologicamente mais correto. Acaba também sendo uma obra em aberto, com a possibilidade de atualizações. Por exemplo, caso o Vasco conquiste o tricampeonato estadual este ano, ou caso haja outro fato relevante. Creio que o e-book hoje esteja para o livro impresso como o site está para o jornal. É algo para o futuro, mas presente — avalia o jornalista. — Eu tive dificuldades para achar editoras. Foi quando encontrei o Cesar Oliveira, do site “livrosdefutebol.com.br”. Ele tem o projeto de lançar 50 e-books até o início da Copa do Mundo de 2018.

O jornalista afirma ainda que há um preconceito com a literatura esportiva no país.

— Em 2006, quando escrevi meu primeiro livro, “Futebol Brasil memória”, um editor disse que eu deveria jogá-lo no lixo, pois torcedor de futebol não lê nem jornal, quanto mais livro… É uma pena esse tipo de pensamento, pois muitos garotos de 14, 15 anos que gostam de futebol poderiam pegar o hábito da leitura graças à literatura esportiva — finaliza.

Curso “As Interfaces da Psicomotricidade – com Fátima Alves e Marcelo Korfebol

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Descrição do evento

Curso 2017 – Piratininga/Niterói – Rio de Janeiro

As Interfaces da Psicomotricidade – com Fátima Alves / Marcelo Korfebol
Com certificado 4 horas.
Sobre o Curso:
Já que a Psicomotricidade visa contribuir de forma pedagógica para o desenvolvimento integral do aluno, no seu processo ensino-aprendizagem e que tem a intenção de viabilizar o aspecto mental, psicológico, social, cultural e físico, faz-se necessário entender que através de atividades psicomotoras, conseguimos auxiliar no processo ensino-aprendizagem desse aluno.
Objetivos do Curso.
  1. Demonstrar e analisar a importância da Psicomotricidade através de atividades psicomotoras como auxílio na aprendizagem do aluno.


Aprender não se restringe apenas em atividades isoladas, cada uma delas tem o seu objetivo e levam o aluno a criar, se expressar no ambiente escolar e no seu dia a dia.
 
Não podemos esquecer que a Psicomotricidade é a ciência que busca entender os movimentos corporais almejando o desenvolvimento corpóreo/cognitivo, possibilitando as ações e a construção corporal e suas expressões, ampliando as relações sociais e ajudando nos desenvolvimentos corporais, cognitivo e afetivo do aluno.
 
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
 
 
  1. Teorias e conceitos sobre a psicomotricidade
  2. Definições e contribuições de Wallon e Piaget
  3. Os aspectos trabalhados na Psicomotricidade
  4. Desenvolvimento Psicomotor da criança
  5. Desenvolvimento de atividades psicomotoras
  6. Atividades Psicomotoras
  7. Referências Bibliográficas


PÚBLICO ALVO
 
  1. Educadores Rede Pública e Privada
  2. Profissionais da Educação
  3. Pedagogos
  4. Pais
  5. Psicólogos
  6. Educadores Físicos
  7. Fisioterapeutas
  8. Terapeutas Ocupacionais
  9. Fonoaudiólogos
  10. Demais áreas da Educação e Saúde.