100 Mulheres: Korfebol brasileiro – o jogo para combater o sexismo no esporte?

Crianças da escola em babadores esportivos amarelos posam para a câmera, e uma garota detém uma bola
Crianças no Instituto Geremario Dantas gostam de jogar em equipes mistas

É uma cena típica da escola – equipes de crianças em coletes vermelhos, verdes e amarelos jogando esporte competitivo.

Mas há uma diferença impressionante – o esporte que eles estão jogando no Instituto Geremario Dantas no Rio de Janeiro é aquele em que as equipes são constituídas por meninos e meninas.

Korfball/corfebol, inventado no início do século 20, é descrito como o único verdadeiro jogo de bola de gênero misturado.

As regras do jogo significam que as crianças neste salão de esportes da escola no Brasil são encorajadas a brincar juntas.

“Eu realmente gosto porque você pode jogar com meninos e meninas”, diz Giovanni, de 11 anos. “É um esporte que permite a todos jogar – meninos, meninas e pessoas com diferentes habilidades.

“Somos todos diferentes e somos bons em coisas diferentes, mas neste jogo todos podemos jogar”.

Toda essa semana, as mulheres da BBC 100 estão buscando maneiras de enfrentar o sexismo no esporte.

De uma enorme diferença de remuneração entre homens e mulheres em muitas disciplinas, para as audiências femininas mais pequenas assistindo esportes televisivos, para as meninas que abandonam a educação física na escola – há muitos problemas quando se trata de levar as mulheres ao esporte.

Mas estamos desafiando um grupo de mulheres a encontrar formas de abordar esta questão. Korfball é uma das respostas?

As crianças jogam Korfball, e algumas delas têm as mãos no ar quando uma bola voa sobre a cabeça perto do gol amarelo, no alto do ar
jogo é semelhante ao netball e basquete

“Korfball quebra o estereótipo de que meninos e meninas não podem brincar juntos e que as mulheres são o sexo mais fraco”, diz Sheila Duarte, professora do Instituto Geremario Dantas.

“Isso mostra que as meninas também podem jogar jogos de bola junto com os meninos

John, 12, diz que “ama” o korfebol. Por quê? “É um jogo que tem muito movimento e você pode brincar com meninas”, diz ele.

O jogo pode ser jogado dentro ou ao ar livre em uma quadra e o objetivo é jogar a bola pelo objetivo, ou “korf”, uma cesta de plástico em um poste a 3,5 m acima do solo.

Os Países Baixos são a equipe dominante no cenário mundial, mas o jogo está aumentando em popularidade em todo o mundo.

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Image copyrightGETTY IMAGES

Korfebol Brasileiro – Como jogar

  • O Brasil criou diversas formas de se jogar Korfebol, justamente para que o jogo se adapte ao público que está praticando. Baseado nas regras do Korfball/Corfebol competitivo criado na holanda, iniciativa essa do professor Marcelo Soares, mais conhecido como “Marcelo Korfebol”.
  • Cada equipe é composta por quatro jogadores do sexo masculino e quatro do sexo feminino, ou até mais jogadores, tudo vai depender do espaço a ser utilizado, o ideal seria 40 x 20 metros.
  • Não é permitido o contato físico em hipótese nenhuma, bem diferente do Korfball/corfebol do resto do mundo que permite o “contato físico moderado” !? o que acaba afastando pessoas que não curtem muito a proximidade, e que também privilegia os mais “fortes”, estatura elevada.
  • O esporte tem semelhanças tanto com o netball, handebol com o basquete. Os jogadores marcam pontos através de arremessoas a cesta que se chama “Korfe”
  • De posse de  bola, você só pode mover um pé e pode girar no outro. Você não pode driblar ou correr com a bola o que torna o jogo cooperativo, todos tem que passar e receber, desenvolvendo a coletividade do grupo.
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Mas, embora as regras do korfebol tornem perfeito para integrar meninos e meninas, em termos de popularidade nas escolas, muito menos como esporte de espectadores, ainda é prejudicado por esportes tradicionais, como futebol, tênis, críquete e basquete.

Estes são os esportes que atraem grandes públicos, grandes ofertas de patrocínio e celebridades mundiais.

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Logotipo 100 Women Challenge

O que é 100 mulheres?

BBC 100 Women nomeia 100 mulheres influentes e inspiradoras em todo o mundo todos os anos. Em 2017, estamos desafiando-os a enfrentar quatro dos maiores problemas que as mulheres enfrentam hoje – o teto de vidro, o analfabetismo feminino, o assédio em espaços públicos e o sexismo no esporte.

Com sua ajuda, eles estarão chegando com soluções da vida real e queremos que você se envolva com suas idéias. Encontre-nos no Facebook , Instagram e Twitter e use # 100Women


“Não consigo pensar em nenhuma outra indústria que tenha uma diferença tão salarial”, diz Beatrice Frey, gerente de parceria esportiva da UN Women. “Dependendo do contexto do país e do esporte, um homem pode ser bilionário, e uma mulher [na mesma disciplina] não pode sequer obter um salário mínimo”.

Entre os 100 maiores atletas de maior rendimento, há apenas uma mulher – ten do tenia Wiliams.

E enquanto o korfebol brasileiro é popular entre as crianças desta escola do Rio, há oportunidades limitadas para transformá-la em carreira, mesmo para os melhores jogadores.

Meninas na linha lateral batem palmas e torcem
Korfebol brasileiro ainda não se tornou um esporte bem sucedido para espectadores, mas é popular aqui

“São apenas duas horas de esporte”, diz Beatriz Vaz, uma jogadora de futebol profissional e membro da equipe das 100 mulheres que examina a questão do sexismo no esporte.

Para ela, o problema é muito mais enraizado. Os sistemas, não apenas os esportes escolares, devem mudar.

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100 Mulheres: As jogadoras que desafiam o machismo no universo dos games

Créditos BBC.com
http://www.bbc.com/portuguese/internacional-38031158
Steph Harvey
Image captionSteph Harvey sofre abusos recorrentes, incluindo ameaças de estupro, quando joga

Pouquíssimas mulheres conseguem entrar no mundo profissional dos games. E as que conseguem frequentemente têm de encarar abusos e diferenças salariais em relação aos homens. A BBC conversou com duas importantes jogadoras para esta reportagem, a primeira que publicamos da edição deste ano do 100 Mulheres* (entenda o projeto em quadro abaixo) – elas contaram como lutam contra a discriminação e encorajaram outras mulheres a entrar nesse universo.

Na última segunda-feira, um importante prêmio da indústria de competições online foi realizado em Londres. A ideia era homenagear os principais nomes da categoria – mas nenhuma mulher foi indicada.

Essas competições, também conhecidas como e-sports, crescem em ritmo acelerado. A previsão de receitas para 2016, segundo a consultoria Deloitte, deve crescer em 25%, chegando a US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 1,6 bilhão).

O número de interessados deve chegar a 150 milhões de pessoas em todo o mundo.

Diferentemente dos esportes tradicionais, não há vantagens físicas – ainda que os jogos mais populares sejam dominados pelos homens.

Competição de jogos on-line
Image captionTorneios femininos estão trazendo mais mulheres para essa indústria milionária

Uma pesquisa recente do instituto Pew mostra que homens e mulheres se dizem igualmente interessados por videogames, mas eles se dizem “jogadores” duas vezes mais que elas.

Quando o assunto é competir, o número de mulheres despenca.

Steph Harvey é uma das jogadoras mais bem-sucedidas do planeta. Ela diz que o número de mulheres nos e-sports gira em torno de 5% e que a principal razão seria o estereótipo ligado às jogadoras.

“Ainda é um ‘clube do bolinha’, então, como mulher, você é automaticamente julgada por ser diferente”, ela diz.

Abusos online são frequentes na comunidade de jogadores há anos. Especialmente em 2014 e 2015, o tema ganhou destaque no episódio conhecido como Gamegate, quando mulheres e também homens reclamaram publicamente desse tipo de assédio.

Steph diz que sofreu ameaças online de estupro no passado. “A forma com que sofro esses abusos tem a ver com o que eles fariam com o meu corpo de verdade. Eles acham que eu não mereço estar ali porque supostamente eu uso minha sexualidade – é extremamente agressivo.”

Ela diz que começou a perder motivação com o trabalho na comunidade de jogos online e afirma que muitas vezes pensa: “Por que eu faço isso se a minha comunidade me odeia?”

Mas ela mesma responde: “Porque eu sou feminista. Porque acredito que as mulheres têm um lugar no jogo”.

Julia Kiran (centro) e seu time
Image captionJulia Kiran (centro) lidera o principal time de jogadoras de e-sports do mundo

Julia Kiran é a líder do Team Secret, que em outubro se tornou o principal time feminino do mundo.

Ela acha que isso reflete uma atitude comum: “Sempre se achou que times femininos não fazem parte da ‘cena’ profissional. Os jogadores homens nos tratam como se fossemos algo paralelo, que não conta.”

Uma das soluções encontradas tem sido a criação de times femininos e torneios voltados apenas para mulheres.

Esse foi o caminho de Steph: “Eu sou prova de que isso ajuda de verdade, porque vi mulheres competindo e pensei: ‘quero ganhar essa copa do mundo’. É muito mais intenso ser inspirado por alguém com quem você se identifica.”

Mas os torneios femininos também estão cheio de controvérsias. Muitas jogadoras, incluindo Julia, acreditam que eles reforçam divisões entre gêneros.

“Seria ótimo ver algo em que homens e mulheres estão trabalhando juntos”, diz.

Ainda há um abismo enorme entre os rendimentos de homens e mulheres em torneios e patrocínio.

Os ganhos dos principais jogadores homens ultrapassam US$ 2,5 milhões, enquanto as principais jogadoras não alcançam US$ 200 mil. Os times femininos rendem menos, o que faz com que consigam menos patrocínios e uma cobertura inferior na imprensa.

Steph espera que grandes empresas passem a apoiar torneios femininos e jogadoras, “porque no fim das contas você precisa de dinheiro para competir”.

“Ultimamente, a sensação é que o objetivo é extinguir os torneios femininos, como se não houvesse razão para eles existirem.”

Igualdade

A Twitch, uma página de jogos online da Amazon, está trabalhando para atacar abusos no site.

Steph também criou sua própria solução: a organização Misscliks, plataforma que promove ícones femininos no mundo dos jogos.

A falta de jogadoras entrando para o mundo profissional também está conectada, segundo Steph, à história do desenvolvimento dos jogos, que sempre foi dominada por homens.

Mesmo que os e-sports não exijam habilidades físicas, “eles se focam em noções de espaço, reflexos e características que normalmente são mais fortes em homens”, ela conta.

Steph quer ver mais desenvolvedoras mulheres criando os jogos, o que poderá se refletir em mais mulheres inspirando outras a jogarem.

“Assim veremos o universo dos jogadores populares se tornando mais diverso. Se eu puder inspirar uma pessoa, já terá valido a pena.”

A BBC está revelando sua lista de 100 mulheres inovadoras e inspiradoras de 2017 – e nove delas são brasileiras.

CRÉDITOS DA MATÉRIA http://www.bbc.com/portuguese/geral-41421238

Menina jogando futebol

A BBC está revelando sua lista de 100 mulheres inovadoras e inspiradoras de 2017 – e nove delas são brasileiras.

Em sua quinta edição, porém, a iniciativa anual 100 Women resolveu mudar seu formato: em vez de 100 mulheres, a lista conta com apenas 60. As outras 40 posições serão ocupadas em outubro por mulheres que aceitarem o desafio de promover alguma mudança durante esta edição da série.

A série anual da BBC desta vez quer ajudar as mulheres a promoverem alguma mudança. Para isso, aceitamos sugestões dos leitores sobre soluções reais para problemas que fazem parte da vida das mulheres. Para participar, basta usar a hashtag #100Women nas redes sociais ou enviar uma mensagem para o perfil da BBC Brasil no Facebook com a sua ideia ou sugestão de mulher inspiradora ou inovadora.

Neste ano, algumas das mulheres na lista vão fazer parte do “Desafio das 100 Mulheres”, realizado em quatro diferentes cidades nas quatro semanas de outubro com o objetivo de discutir alguns dos principais problemas envolvendo as mulheres ao redor do mundo.

Em quatro grupos diferentes, nossas selecionadas vão compartilhar suas experiências e criar formas inovadoras para enfrentar os seguintes desafios:

. O ‘teto invisível’ que impede mulheres de ascenderem na profissão – #TeamLead

. Analfabetismo feminino – #Teamread

. Assédio nas ruas – #Teamgo

. Sexismo no esporte – #Teamplay

As brasileiras têm forte presença na lista deste ano, com nove selecionadas, quase todas ligadas ao mundo esportivo.

Coincidentemente, o Rio de Janeiro foi a cidade escolhida para sediar o evento marcado para a última semana de outubro, focado no sexismo no esporte.

Confira as brasileiras da lista.

1. Adriana Behar

Adriana BeharDireito de imagemADRIANA BEHAR

O que faz: Gerente-Geral de Planejamento e Relacionamento com as Confederações do Comitê Olímpico do Brasil (COB)

Idade: 48

Medalhista de prata no vôlei de praia nas Olimpíadas de Sydney (2000) e Atenas (2004), Behar dedica-se a fomentar o esporte desde 2011 como membro do Comitê Olímpico brasileiro (COB).

Frase“Algumas pessoas querem que algo aconteça, outras desejam que aconteça, outras fazem acontecer”Michael Jordan, ex-jogador de basquete.

2. Claudianny Drika

Claudianny DrikaDireito de imagemCLAUDIANNY DRIKA

O que faz: treinadora de futebol

Idade: 21

Drika não é qualquer treinadora de futebol: ela se dedica a ensinar o esporte a crianças da favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. Por meio do esporte, inspira os mais jovens a alcançar seu verdadeiro potencial.

Frase:“Não tema a tormenta porque o sol sempre sai. Brilhe e mantenha-se forte como uma rocha que você vai aguentar tudo”.

3. Soffia Gomes da Rocha Gregorio Correa (MC Soffia)

Soffia Gomes da Rocha Gregorio CorreaDireito de imagemSOFFIA GOMES DA ROCHA GREGORIO CORREA

O que faz: música

Idade: 13

Apesar da pouca idade, MC Soffia dedica-se ao rap há sete anos, abordando temas importantes, como o empoderamento das jovens negras.

A paulistana alcançou fama internacional ao se apresentar na cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio 2016.

Frase“Meu cabelo não é duro; duro é o seu preconceito!”.

4. Maíra Liguori

Maira LiguoriDireito de imagemMAIRA LIGUORI

O que faz: diretora de ONG

Idade: 37

Liguori comanda o Think Olga, uma ONG dedicada a empoderar as mulheres por meio de uma poderosa arma: a informação.

Frase“O esporte é muito amplo para ser apenas reduzido a estar em forma e bonita. Faço exercício porque amo meu corpo e não porque o odeio, não porque seja um problema que precise ser consertado”.

5. Fernanda Nunes

Fernanda NunesDireito de imagemFERNANDA NUNES

O que faz: remadora olímpica e blogueira

Idade: 32

Além de colecionar prêmios – já foi campeã brasileira, pan-americana, sul-americana e latino-americana de remo, Nunes é também blogueira e ativista, promovendo a igualdade de gênero no esporte.

Frase“A força não vem com a capacidade física; vem com uma vontade indomável”, Mahatma Gandhi.

6. Ana Luiza Santos de Andrade

Ana Luiza Santos de AndradeDireito de imagemANA LUIZA SANTOS DE ANDRADE

O que faz: estudante e jogadora de futebol

Idade: 12

Aos quatro anos, Andrade começou a jogar futebol e, desde então, sonha com o momento em que as meninas e os meninos joguem o esporte pelos quais são apaixonados em igualdade de condições.

Frase“Nunca abandone seus sonhos”.

7. Luiza Travassos

Luiza TravassosDireito de imagemLUIZA TRAVASSOS

O que faz: estudante e jogadora de futebol

Idade: 13

Desde pequena, Travassos joga futebol e sonha em se tornar jogadora profissional, assim como ver o esporte prosperar. Enquanto isso, estuda e escreve um blog para a emissora ESPN, no qual fala de seu cotidiano e de sua paixão por futebol.

Frase“O futebol é para todos sem distinção de gênero. Eu jogo como uma menina e sou orgulhosa disso”.

8. Beatriz Vaz e Silva (Bia Vaz)

Beatriz Vaz E SilvaDireito de imagemBEATRIZ VAZ E SILVA

Função: jogadora de futebol e treinadora

Idade: 32

Ex-jogadora Seleção Brasileira de futebol feminino, Vaz continua atuando como jogadora profissional (no ano passado ganhou o Brasileirão com o Flamengo). Além disso, divide-se também entre as funções de treinadora e ativista pelos direitos das mulheres no esporte.

Frase“Desistir? Eu já pensei seriamente nisso, mas nunca me levei realmente a sério. É que tem mais chão nos meus olhos do que cansaço nas minhas pernas, mais esperança nos meus passos do que tristeza nos meus ombros, mais estrada no meu coração do que medo na minha cabeça”, Cora Coralina (escritora brasileira)

9. Nora Rónai

Nascida em Fiume, na Itália, cidade que hoje faz parte da Croácia, Rónai mudou-se para o Rio de Janeiro quando sua terra natal foi devastada pelo governo fascista de Mussolini.

Como judia, foi impedida de frequentar a escola. No Brasil, tornou-se arquiteta, casou-se com o filólogo, tradutor e escritor Paulo Rónai e teve duas filhas, Cora Rónai, jornalista, e Laura Rónai, musicista e crítica. Nora sempre gostou de nadar. Em agosto de 2014, ganhou seis medalhas de ouro no Campeonato Mundial de Masters em Montreal, Canadá.

No mesmo ano, lançou dois livros. O primeiro, O Roubo da Varinha de Condão e Outras Histórias, é uma coletânea de contos infantis, baseados nas histórias que contava para suas filhas e netas quando eram crianças. O segundo, Memórias de Um Lugar Chamado Onde, é uma autobiografia, onde narra parte de sua infância na Europa e a vinda de sua família ao Brasil, fugida da guerra.

FraseNão sou inspirada por frases, estou vivendo, quando algo acontece nadar me alivia. Não preciso de inspiração para viver. Eu vivo.

KORFEBOL BRASILEIRO COMPLETA 17 ANOS NO DIA 22/10/2017

KORFEBOL BRASIL

A Associação Brasileira de Korfebol Brasileiro – ABRAKO, através de sua Diretoria e da sua Comissão de Eventos, tem o enorme prazer de agradecer a todos que ao longo desses 17 anos de KORFEBOL NO BRASIL,  que diretamente e indiretamente contribuiram para a realização e o sucesso do trabalho realizado pelo seu idelizador o Professor Marcelo Soares, mais conhecido como “MARCELO KORFEBOL”.

A comemoração dos 17 anos de korfebol brasileiro foi realizada no Congresso de Educação Física Escolar – ENEFE – PEDRO II – CAMP. REALENGO 2 – Rio de Janeiro com o tema: Oficina de Esportes Alternativos Korfebol Brasileiro

No mesmo dia  lembramos e homenageamos alguns profissionaisca de Educação Física como o mestre João Batista Freire que com dedicação e competência se monstraram “Amigos e colaboradores do KORFEBOL BRASILEIRO.

 

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé

Também aqui, aproveitando o espaço, prestamos os nossos agradecimentos aos colaboradores do evento: ENEFE PEDRO II, a todos as pessoas que se inscreveram na oficina prática do korfebol e em especial a professora Gláucia Leão por sua contribuição na Palestra sobre o Korfebol com o tema : A importância do Brincar na Educação Infantil.

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Participei ontem do IV Encontro de Educação Física Escolar do Colégio Pedro II, Oficina Jogos Alternativos Escolares_ Koferbol Brasileiro. O Koferbol ,jogo dos gêneros, é uma atividade colaborativa que traz a possibilidade de participação de todos ,independente de sexo, altura, peso,sem competição , sendo assim, inclusiva. Pude jogar e me encantei com a atividade, com a parceria e o afeto que vão sendo construídos em quadra . Na oportunidade, falei sobre a importância do brincar, da formação integral e de atividades integradas e sobre o trabalho que desenvolvemos na UMEI Professora Nina Rita Torres, em Niterói.

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A-ha: Disco acústico Mtv Unplugged chega ao Brasil dia 13 de outubro (sexta feira)

A banda oitentista a-ha teve seu programa acústico MTV exibido na última sexta-feira, e agora é a vez do álbum chegar nas plataformas digitais. O “MTV Unplugged – Summer Solstice” foi gravado em junho, na Noruega, terra natal do trio, com 21 canções que compõem o show, entre elas os grandes sucessos do grupo, incluindo o megahit “Take On Me”, alguns covers e duas faixas inéditas: This Is Our Home e “A Break In The Clouds”.

O show conta com participação de outros famosos, como Alyson Moyet (Yazoo) e Ian McCullouch (Echo & The Bunnymen). Ouça e baixe aqui. A versão física do disco chega às lojas brasileiras no dia 13 de outubro.ahacapamtvsummer-solstice-season-zero

Após grande expectativa por parte dos fãs, foi finalmente lançado na Europa, nessa sexta-feira (6), o álbum MTV Unplugged – Summer Solstice. O primeiro disco acústico do a-ha já está disponível no Velho Continente em diferentes versões (standard, deluxe e fanbox) e formatos (CD, DVD, Blu-ray, vinil e digital), tendo recebido uma ampla cobertura por parte da imprensa norueguesa. O jornal VG fez uma boa avaliação do álbum, cotando-o com nota 4 (de um total de 5) e elegendo Scoundrel Days como a melhor faixa. Já o jornal Aftenpostendeu nota 4 (de um total de 6).

No Brasil, a Universal Music, que já disponibiliza o Summer Solstice nas principais plataformas de música digital, confirmou para o dia 13 de outubro o lançamento da versão física do disco. Ainda não se sabe em que formato ele será comercializado (se apenas em CD ou também em DVD e Blu-ray) e se as versões deluxe e fanbox chegarão por aqui.

Diante de tantas dúvidas, muitos fãs brasileiros têm procurado o site da Amazon para importar o álbum direto da Europa. Outra opção que tem sido buscada, principalmente por quem não quer pagar em moeda estrangeira, é o site da loja nacional London Calling, que oferece o Summer Solstice em quatro diferentes versões importadas: CD duploDVDCD duplo+DVD e CD duplo+Blu-ray.

Summer Solstice à venda na loja HMV, no Reino Unido. Foto: Divulgação/HMV


EXIBIÇÃO – No mesmo dia em que foi lançado, o acústico também foi transmitido, com exclusividade, pela MTV alemã. O canal exibiu uma versão editada do show, com 50 minutos de duração. Outras sete reprises já estão programadas. Também estão previstas exibições na Áustria (pelo canal Viva) e na Suíça (pelo canal Nicknight). Para conferir os dias e horários, clique aqui.

ITUNES – Um dia após o lançamento, o Summer Solstice já aparece em segundo lugar entre os álbuns mais vendidos do iTunes Brasil. No ranking das cem músicas mais baixadas da plataforma, duas canções do acústico também aparecem: Take on Me (na 35ª posição) e Stay on These Roads(na 77º). Já no iTunes do Reino Unido, o disco é o sétimo mais vendido.

 

CAPA DO ÁLBUM ACÚSTICO MTV DO A-HA

As páginas oficiais do a-ha divulgou ontem  a capa do álbum ao vivo da MTV Unplugged.

O álbum acústico ao vivo foi gravado em Ocean Sound Recordings em Giske, Noruega, em 22 e 23 de junho – durante o solstício de verão.

O álbum ‘a-ha MTV Unplugged – Summer Solstice’ será lançado no dia 6 de outubro. Fotografia de capa da Just Loomis e obras de arte de Matthias Bäuerle, da agência Season Zero.

Banda Norueguesa A-ha anuncia turnê mundial para 2018

 

O trio norueguês A-ha prepara seu retorno em grande estilo: Morten Harket, Magne Furuholmen e Pål Waaktaar-Savoy planejam uma extensiva turnê mundial entre 30 e 40 apresentações na Europa, Estados Unidos e América do Sul.

“Iniciaremos na Inglaterra em junho e continuaremos pela Europa antes de seguirmos aos Estados Unidos e América do Sul”, disse o empresário dos músicos, Harald Wilk em entrevista a VG Today.

Contudo, a primeira data realmente confirmada é 6 de julho quando o A-ha se apresenta no Kongsberg Jazz Festival na Noruega. O concerto acontecerá em Kirketorget com capacidade para 12 mil pessoas.

Wilk explicou que este show tem um significado especial: “Kongsberg será divertido porque é onde Morten nasceu. É também um festival muito legal. Eles mantiveram isso por muito tempo e criaram algo especial”, observou.

Especula-se que o A-ha esteja planejando um novo álbum, o sucessor de Cast In Steelde 2015.

Com o anúncio desta nova turnê pela America do Sul, crescem as chances do público brasileiro conferir novamente o trio que marcou os anos 80 e 90 com grandes sucessos como Take On Me, Stay On These Roads, Cry Wolf, Hunting High And Low, entre muitos outros.