Dica de livro: 100 anos de Vasco da Gama – Claudio Nogueira

Antes que me perguntem, irei responder que não virei Vascaíno, continuo FLAMENGUISTA, porém, o Vasco da Gama, foi o primeiro clube de futebol apoiar o trabalho realizado com o esporte alternativo KORFEBOL.

Coloco aqui a dica de livro do amigo e jornalista Cláudio Nogueira.

JORNALISTA ESPORTIVO CLAUDIO NOGUEIRA COMEMORA COM E-BOOK OS 100 ANOS DO FUTEBOL DO VASCO DA GAMA

O experiente jornalista Claudio Nogueira lança depois do Carnaval o e-book “Vamos todos cantar de coração: os 100 anos do futebol do Vascão”. A obra será disponibilizada em todas as lojas virtuais e também através da livrosdefutebol.com, ainda sem preço definido.

Baseado em pesquisas em jornais e revistas históricos, além das parcerias informativas com sites e blogs cruz-maltinos, “Vamos Todos Cantar de Coração” conta o centenário da tradicional agremiação de São Januário através da história, dos títulos e, principalmente, dos personagens – jogadores, treinadores e dirigentes – que ajudaram a construir a bonita história do Gigante da Colina.

Vascaíno apaixonado, Claudio tem na lembrança, principalmente, os títulos do Carioca de 1970 e do Brasileiro de 1974. Ainda garoto, de tanto ler os jornais para acompanhar o noticiário do time, acabou virando jornalista.

Recentemente disponível no mercado depois de quase 30 anos como repórter do jornal “O Globo”, Claudio Nogueira, 50 anos, cobriu três Olimpíadas, uma Copa do Mundo, cinco Pan-Americanos, e vários mundiais de basquete e handebol.

É autor também dos livros “Futebol Brasil Memória” (Senac Rio); “O Time do Meu Coração” (Leitura, 2009); “Zeros à Direita: Marketing e Mídia no Esporte” (I-ventura, 2010); “Os Dez Mais do Vasco da Gama” (Maquinaria, 2011) e “Dez Toques sobre Jornalismo” (Senac Rio, 2015).

Maiores informações
Claudio Nogueira (autor) – claudiosnogueira@gmail.com
Cesar Oliveira (editor) – cesar.oliveira@globo.com

Claudio Nogueira – Um dos maiores nomes do Jornalismo carioca

Claudio Nogueira sempre foi um dos incentivadores do Korfebol no Brasil inclusive em 2002 foi o jornalista responsável pela matéria “Esporte da Família” publicado no Jornal o Globo, e que muito contribuiu para que o esporte fosse mais reconhecido no Brasil.

Realizamos inúmeros eventos e matérias na tv, como Ana Maria Braga, Esporte Espetacular após a realização da entrevista ao Claudio Nogueira. Meia página falando de KORFEBOL BRASILEIRO, que na época adotávamos a nomenclatura com a letra “C”. Atualmente é KORFEBOL COM “K”.

Obrigado amigo Claudio Nogueira… fica o reconhecimento e gratidão por ter nos ajudado sempre que solicitamos, você é um grande profissional e o KORFEBOL BRASILEIRO TE DEVE MUITO.

Estamos juntos…

Jornal O Globo 1

Em 2011 estivemos no lançamento do Livro Zeros à Direita de Cláudio Nogueira.

CLAUDIO NOGUEIRA E MARCELO KORFEBOL

O livro “Zeros à Direita – Marketing e Mídia no Esporte”, do jornalista Claudio Nogueira, do Globo, é um grande estudo atualizado com o olhar de um jornalista com larga experiência no esporte. Editado pela iVentura, o livro foi lançado em 29 de novembro de 2010, na livraria Saraiva do Botafogo Praia Shopping, no Rio de Janeiro.

Prestes a realizar os dois maiores eventos esportivos existentes no planeta – Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016 -, o Brasil ainda carece de uma séria e efetiva política nacional de esportes, dependendo ainda do surgimento esporádico de talentos, e não de uma estrutura que vise a fazer surgir novos atletas.

O livro se caracteriza pela abrangência, viajando do marketing esportivo e dos patrocínios a entidades e ídolos das mais variadas modalidades esportivas mundiais até chegar ao cidadão comum que através da sua paixão impulsiona o esporte.

Apesar de não ter a pretensão de esgotar o assunto, Claudio compartilha com os leitores algumas observações sobre o esporte em geral, mostrando como se dá, no Brasil, a relação entre esse ramo de atividade e a sociedade como um todo.

Claudio Nogueira é também autor de “Futebol Brasil Memória” e “O Time do Meu Coração – Vasco”.

 

Claudio Nogueira, referência do jornalismo carioca, é demitido de O Globo

Por Fábio Lau

O menino humilde que escalou muros e preconceitos
O menino humilde que escalou muros e preconceitos

O plantão era algo desumano: ficar plantado na porta de um condomínio na Barra da Tijuca esperando a chegada improvável de um empresário sequestrado por criminosos. Os anos 90, no campo da reportagem policial, era algo para os fortes. Um fator de seletividade entre os apaixonados ou nem tão ligados assim às coisas do jornalismo. Escalado pelo Dia, comparecia diariamente. Com meu travesseiro improvisado. A ideia era deitar, dormir e ouvir a distância o ronco dos carros e as gargalhadas dos insones. Apenas um jornalista, entre duas dúzias, mantinha-se firme, a postos, observando o interior dos carros e ligado no rádio-escuta da reportagem: Claudio Nogueira. O nosso bravo Feijão, o mais dedicado e comprometido entre todos, 28 anos depois, é demitido de O Globo. Em sua página na rede social Facebook, revela:

– Após 28 anos, 3 Olimpíadas, 1 Copa do Mundo, 5 Pan-Americanos, Mundiais de basquete e handebol, GPs de F-1, etc, fui desligado de O Globo. A justificativa: o corte de custos, que vem ocasionando demissões desde janeiro/2015. Se alguém souber de uma oportunidade, me avise, por favor. Obrigado a todos.

Cláudio, menino educado e sereno criado em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, com o passar dos tempos caiu na editoria de Esportes. E lá é que foi premiado com algo inusitado, mas graças a alguém com origem tão simples quanto a dele.

Romário havia sido contratado pelo Flamengo em 1995. Jornalistas se digladiavam para entrevistá-lo na sua chegada ao Rio. Distante, humilde como veio ao mundo, Claudio mantinha-se sereno. Não se sentia a altura para competir com os leões do jornalismo carioca. Romário, ao notá-lo afastado daquele engalfinhamento coletivo, pediu silêncio e deu voz a ele: “Este repórter que está ali no canto. Você mesmo, negão. Você faz a primeira pergunta!” E foi assim, no seu silêncio, que Claudio Nogueira galgou aquele e outros espaços no terreno profissional.

Sua demissão é também a demissão de uma época. Não há mais espaços para simbolismos nas redações. As conquistas deste profissional, que quebrou barreiras e preconceitos, foram e são substituídas paulatinamente por outro tipo de talento – que se revelará mais adiante. Enquanto isso os amigos se despedem de Claudio Nogueira. Da sua dedicação e comprometimento. Se despedem de uma época.

fonte: http://www.conexaojornalismo.com.br/colunas/cultura/novasmidias/claudio-nogueira,-referencia-do-jornalismo-carioca,-e-demitido-de-o-globo-67-42138

Reunidas em Conselhos, Federações Esportivas discutem legado das Olimpíadas de 2016

Com apoio das secretarias de Esporte do estado e da prefeitura, entidade elege Marcos Rozemberg como seu primeiro presidente

POR CLAUDIO NOGUEIRA

No Centro Esportivo da Rocinha, cerca de 20 dirigentes participaram da reunião do Conselho de Federações Desportivas do Estado do Rio de Janeiro – Claudio Nogueira / Claudio Nogueira

RIO – A um ano e dois meses das Olimpíadas do Rio, em agosto de 2016, as duas maiores preocupações de dirigentes das federações esportivas estaduais são com a própria sobrevivência e que forma o estado poderá usufruir do tão badalado legado olímpico. Com o apoio das secretarias estadual e municipal de Esportes, representantes de 15 federações-membros do Conselho de Federações Desportivas do Estado do Rio de Janeiro, o Cofderj, se reuniram na manhã desta terça-feira, na Rocinha, para a eleição da primeira diretoria.

Fundada no último dia 10, no mesmo local, a entidade terá como primeiro presidente Marcos Rozemberg, vice da Federação de Vôlei do Rio; como vice-presidente Álvaro Lionides (presidente da Federação de Basquete); diretora aministrativa Luiza Brandão (presidente da Federação de Handebol); diretor técnico Carlos Alberto Lancetta (presidente da Federação de Atletismo), faltando ainda escolher o diretor sócio-esportivo. O Conselho Fiscal terá Andreia João (presidente da Federação de Ginástica); Paulo Carvalho (presidente da Federação de Remo) e Cesário Figueiredo (presidente da Federação de Boxe); e como suplentes, Celso Oliveira (presidente da Federação Aquática); Anderson Fonseca (presidente da Federação de Esportes para Cegos); Justin Thornycroft (presidente da Federação de Rúgbi) e Kennedy Abrantes (presidente da Federação de Futsal). São consideradas fundadoras do Cofderj as federações aquática, de atletismo, basquete, beach soccer, boxe, caratê, esportes para cegos, futsal, ginástica, handebol, judô, remo, rúgbi, tênis e vôlei.

— Sempre há um legado das Olimpíadas, mas aqui não será aquele que poderia ter sido. A respeito do legado de 2016, não estou pessimista, mas estou menos otimista do que eu gostaria de estar. Mas não podemos desistir. Temos de acreditar que algo de 2016 vá ficar — declarou o presidente do Cofderj, Marcos Rozemberg. — Acho necessário, por exemplo, fazer um trabalho na Baixada, em parceria com o Sebrae.

Ex-presidente do Clube Israelita Brasileiro, o CIB, Rozemberg explicou que as principas metas do conselho serão fazer com que os três níveis de governo no país olhem de maneira diferente para a formação de atletas e para os formadores, isto é, clubes e federações:

— Sempre tive em mente construir quadras e ginásios nas áreas em que há Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), para que os nossos técnicos (das diferentes modalidades) trabalhem junto aos professores (de educação física) que trabalham nestes locais. Nós temos de estar nestas comunidades. Dizer que o esporte vai resolver a criminalidade é um exagero, mas que ajuda, ajuda.

Representando os secretários estadual e municipal de Esportes, Marco Antônio Cabral e Marcos Braz, restiveram no encontro os subsecretários Rafael Thompson e Bernardo Monteiro. Thompson ressaltou que até há algum tempo as secretarias de Esportes do governo estadual e da prefeitura não tinham contato, mas agora ambas terão cadeiras no Cofderj.

— No dia 1 de julho, às 10h, no Palácio Guanabara, o governo do estado vai lançar pela primeira vez o Edital Estadual do Esporte. Haverá R$ 3 milhões para projetos em parceria entre as federações e os municípios; mais R$ 1,5 milhão para projetos das federações e outros R$ 1,5 milhões para iniciativas apresentadas pelos clubes. Nosso objetivo é fazer crescer o esporte na base, para que as crianças que hoje estão matando médicos na Lagoa façam esporte. Este é o legado de 2016 para quem entende de esportes, as federações — anunciou Thompson, que futuramente quer apresentar o Cofderj ao ministério do Esporte.

O subsecretário acrescentou que a Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj) também irá trabalhar junto às federações e ao Cofderj.

— A Suderj está montando um sistema de saneamento financeiro e jurídico das federações, para fazer uma tutoria (acompanhamento) dessas federações, que terão acesso a este grupo da Suderj — disse ele, que pretende publicar no site da secretaria as empresas que poderão ser patrocinadoras e as federações em busca de quem as patrocine. O Cofderj ficará encarregado de gerir recursos e de analisar os projetos das federações e também dos clubes, além de fiscalizar a transparência na execução desses projetos. O Edital do Esporte também vai contemplar os clubes que terão o mesmo peso das federações. Ano que vem, esperamos elevar o valor global do edital de R$ 6 milhões para R$ 10 milhões.

Ex-vice de Esportes Olímpicos do Flamengo, com cerca de 25 anos de carreira no esporte, Bernardo Monteiro, que representava o secretário municipal Marcos Braz, exaltou os clubes:

— Quem faz esporte são os clubes e as federações. Mas a verba não chega à base. Na minha época de Flamengo, vi que o clube fazia esporte na base da raça, sem apoio de ninguém, assim como fazem outros clubes, como Vasco e Botafogo.

Um problema recorrente entre as federações é a falta de sedes. Algumas delas estão “hospedadas” nas casas e nos bancos de carros dos presidentes. Até há alguns anos o Palácio dos Esportes, conhecido como Cartolão, no Centro do Rio, era a sede de algumas federações.

— Ainda nos próximos dias deverei visitar o Palácio dos Esportes, para me informar sobre a situação — disse Bernardo Monteiro.

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Dica de Livro: Dez toques sobre Jornalismo – Cláudio Nogueira

Olá amigos sou fã incondicional do Jornalista Cláudio Nogueira, eu e o Korfebol brasileiro devemos muito a esse profissional, que com seu profissionalismo, nos abriu muitas “portas em se tratando de mídia escrita e televisiva.

Eu tive o privilégio de conhecer Cláudio Nogueira em 2002, foi ele que cobriu a vinda de dois portugueses representantes da Federação Internacional de Korfball – IKF – Jorge Ramos e Nuno Ferro. Realizou  matéria de mais de meia página no Jornal o Globo. “KORFEBOL O ESPORTE DA FAMÍLIA”, através de seu trabalho conseguimos alcançando a tv, foram realizadas matérias no Programa mais Você Ana Maria Braga e também Esporte Espetacular dentre outras. Cláudio Nogueira também nos levou ao Clube de Regatas Vasco da Gama, sendo o primeiro Clube de Futebol a abrir as portas para o KORFEBOL BRASILEIRO. E mesmo eu sendo Rubro Negro de coração, aprendi a conhecer a história do Clube de Regatas Vasco da Gama e a respeita-lo  tamanha foi a receptividade ao nosso trabalho, de lá para cá nunca mais brinquei nas redes sociais com amigos Vascaínos ou publiquei mensagens quando o Flamengo vence o Vasco. Obrigado Cláudio Nogueira pela ajuda de sempre e por ser fonte de inspiração para nós. Infelizmente, por compromissos profissionais não pude estar na noite de autógrafos.

11138518_797660146997061_5372319998069905408_n   Por essa razão estamos aqui prestando nossa pequena homenagem a essa pessoa de coração enorme e a esse profissional renomado. CLAUDIO NOGUEIRA

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Se você se interessa por Jornalismo, gostaria de se profissionalizar na área ou apenas conhecê-la melhor, mas não sabe onde buscar respostas para suas dúvidas, o livro “Dez toques sobre jornalismo” traz informações sobre os diferentes meios de comunicação, orientações sobre os desafios encontrados no cotidiano da profissão e reflexões sobre o papel do jornalismo atual e futuro.

DESCRIÇÃO

O livro oferece orientações sobre o dia a dia da profissão nos diferentes meios de comunicação, explica as características de cada um dos veículos, traz dicas para quem pretende se graduar na área e lança questões sobre o futuro do Jornalismo – que, desde o advento da internet, foi obrigado a se reinventar. Destinado a estudantes, profissionais de áreas afins e interessados no assunto, Dez toques sobre jornalismo descreve, com linguagem clara e objetiva, todos os aspectos relacionados à notícia, desde o conceito até a difusão.

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Data: 13/4 – Horário: 19h

Endereço: Livraria Cultura – Cine Vitória, na Rua Senador Dantas, 45 – Centro

Sobre o autor:

Claudio Nogueira trabalha desde 1987 no jornal “O Globo” e desde 1993 com reportagem esportiva. Na editoria de Esportes, participou de várias coberturas, entre as quais: Mundial de Futebol Júnior, em 1995, no Qatar; Mundial Masculino de Basquete, em 2002, nos Estados Unidos; Mundial Feminino de Basquete, em 2006, no Brasil; Jogos Pan-Americanos (de 1999, no Canadá; de 2003, na República Dominicana; de 2007, no Rio de Janeiro; de 2011, em Guadalajara); Olimpíadas de Atenas (2004), de Pequim (2008) e de Londres (2012); e a Copa do Mundo do Brasil, em 2014.

Além de sua experiência e eficiência como repórter, Claudio Nogueira também é pesquisador. Já publicou os livros “Futebol Brasil Memória” (2006), também pela Editora Senac Rio de Janeiro, “O time do meu coração: Club de Regatas Vasco da Gama” (2009), “Zeros à direita” (2010) e “Os dez mais do Vasco da Gama” (2011). Em “Dez toques sobre jornalismo”, apresenta sua experiência adquirida no dia a dia da profissão.

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Abaixo coloco duas fotos históricas para o Korfebol Brasileiro. Obrigado Cláudio Nogueira por tudo, quando eu “crescer” quero ser igual a você amigo. Forte abraço e sucesso nesse novo desafio. Estamos Juntos.

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