Feliz ano novo Blog dos Esportes Alternativos 2018

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Um 2018 com Muito amor, Muita Saúde e Muita Prosperidade 2018

Gratidão por todas as visitas de 2017 ao nosso blog quem nem sempre fala de Esportes Alternativos.

 

 

Feliz Natal a todos os visitantes do Blog Alternativos Esportes

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Ola amigos visitantes do Blog Esportes Alternativos

Que a paz e a compreensão reinem em nossos corações neste Natal e no Ano Novo que se aproxima. Boas Festas.

 

 

Homenagem do Korfebol Brasileiro a um dos ícones da Educação Física Brasileira Mestre Manoel Tubino

Homenagem do Korfebol Brasileiro

Há 9 anos atrás perdíamos uma das grandes referências da Educação Física Brasileira. MESTRE MANOEL TUBINO.

Uma das últimas fotos do professor Manoel Tubino foi comigo grande incentivador do Korfebol Brasileiro brasileiro e de meu trabalho, orientou meu T.C.C, me lembro que eu não tinha a literatura suficiente mas ele me ensinou o “caminho” das pedras, conversar com ele já era uma leitura aprofundada de qualquer tema. Ele colocou o verbete Corfebol no dicionário e me incentivou depois a trocar para Korfebol já que faço um trabalho diferenciado do resto do mundo. Saudades do Mestre.


Entender os desígnios divinos sempre foi e sempre será muito difícil para nós seres humanos, principalmente quando perdemos alguém que admiramos, lembranças, lágrimas, passam pelos nossos olhos e fica as saudades e as lembrançasHoje a saudade nos faz mais uma visita, e relembramos do grande Mestre Manoel Tubino  mas não tristeza como protagonista. Com os corações mais fortalecidos e saudosos, fica aqui registrado o nosso reconhecimento e agradecimento pelos ensinamentos adquiridos, fonte de inspiração para o KORFEBOL BRASILEIRO e para a profissão de Educador.OBRIGADO “MESTRE TUBINO”

Korfebol Brasileiro é tema de trabalho acadêmico sobre Sociologia da Educação – Universidade Uniabeu – Belfort Roxo – RJ

KORFEBOL BRASIL

 

Nessa trajetória , são tantas pessoas que contribuíram para meu sucesso, que seria impossível colocar o nome de todos por aqui.
Senti-me muito especial com tão bela homenagem em que recebi pelos alunos na disciplina Sociologia da Educação. Orgulho, alegria, emoção, misto de tantos sentimentos bons, que até a presente data, parece que comecei ontem ” 11/11/ 1998″ na comunidade Fernão Cardin com uma bola de vôlei e duas cestas de basquete, e fazendo o jogo de forma adaptada. Em 3 meses de prática observamos que gradativamente a integração entre os gêneros se construía.
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“Quanta alegria em saber que meu trabalho é valorizado por pessoas que nem me conhecem pessoalmente, e que de alguma forma meu trabalho contribui para educação física escolar.  Isso é gratificante! ”

Confesso que tenho muita paixão pela minha profissão, e por ensinar o Korfebol Brasileiro, com regras novas e adaptadas para que todos tenham acesso, transformando o jogo competitivo em um jogo cooperativo, socializador, onde cadeirantes, autistas, terceira idade, famílias, criancas, jovens e adultos podem vivenciar a dinâmica em igualdade de condições.

Tenho buscado,porém, em quadra de aula, atender o maior número possível de pessoas, sempre na perspectiva da cooperação, adaptando a atividade ao grupo que está sendo trabalhado.

Nesses 17 anos de ensinamentos e aprendizados  conhecí muitas pessoas, Inclusive ídolos de diversos  esportes brasileiro, que me deram o prazer de jogar Korfebol Brasileiro, como o Ricardo Prado, recordista mundial das piscinas e atleta olimpico, o Mestre João Batista Freire que realizou o Korfebol na caravana do Esporte, entre outros que me ajudaram e ajudam até hoje. Os mesmos tornaram-se meus grandes amigos, pessoas de extrema importância na minha vida  profissional. O Korfebol tem esse poder envolvente, que nos atrai para um mundo de debates, diálogos, troca de experiências.

Importante é o fato de que a humildade deve prevalecer diante dessa homenagem, isto porque não sou a único protagonista nessa história de Korfebol Brasileiro.

Obrigado alunos da Uniabeu e amigos de Facebook que curtem e compartilham a página do Korfebol Brasileiro , matérias na TV, vídeos, cursos e palestras, por confiarem em nosso trabalho.

Obrigado a todos, de coração!

Gratidão a vocês amigos de fé e apaixonados pelo jogo Korfebol Brasileiro.

“TEM QUE QUERER”

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Alunos da Universidade Uniabeu – Belford Roxo – Rio de Janeiro

100 Mulheres: As jogadoras que desafiam o machismo no universo dos games

Créditos BBC.com
http://www.bbc.com/portuguese/internacional-38031158
Steph Harvey
Image captionSteph Harvey sofre abusos recorrentes, incluindo ameaças de estupro, quando joga

Pouquíssimas mulheres conseguem entrar no mundo profissional dos games. E as que conseguem frequentemente têm de encarar abusos e diferenças salariais em relação aos homens. A BBC conversou com duas importantes jogadoras para esta reportagem, a primeira que publicamos da edição deste ano do 100 Mulheres* (entenda o projeto em quadro abaixo) – elas contaram como lutam contra a discriminação e encorajaram outras mulheres a entrar nesse universo.

Na última segunda-feira, um importante prêmio da indústria de competições online foi realizado em Londres. A ideia era homenagear os principais nomes da categoria – mas nenhuma mulher foi indicada.

Essas competições, também conhecidas como e-sports, crescem em ritmo acelerado. A previsão de receitas para 2016, segundo a consultoria Deloitte, deve crescer em 25%, chegando a US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 1,6 bilhão).

O número de interessados deve chegar a 150 milhões de pessoas em todo o mundo.

Diferentemente dos esportes tradicionais, não há vantagens físicas – ainda que os jogos mais populares sejam dominados pelos homens.

Competição de jogos on-line
Image captionTorneios femininos estão trazendo mais mulheres para essa indústria milionária

Uma pesquisa recente do instituto Pew mostra que homens e mulheres se dizem igualmente interessados por videogames, mas eles se dizem “jogadores” duas vezes mais que elas.

Quando o assunto é competir, o número de mulheres despenca.

Steph Harvey é uma das jogadoras mais bem-sucedidas do planeta. Ela diz que o número de mulheres nos e-sports gira em torno de 5% e que a principal razão seria o estereótipo ligado às jogadoras.

“Ainda é um ‘clube do bolinha’, então, como mulher, você é automaticamente julgada por ser diferente”, ela diz.

Abusos online são frequentes na comunidade de jogadores há anos. Especialmente em 2014 e 2015, o tema ganhou destaque no episódio conhecido como Gamegate, quando mulheres e também homens reclamaram publicamente desse tipo de assédio.

Steph diz que sofreu ameaças online de estupro no passado. “A forma com que sofro esses abusos tem a ver com o que eles fariam com o meu corpo de verdade. Eles acham que eu não mereço estar ali porque supostamente eu uso minha sexualidade – é extremamente agressivo.”

Ela diz que começou a perder motivação com o trabalho na comunidade de jogos online e afirma que muitas vezes pensa: “Por que eu faço isso se a minha comunidade me odeia?”

Mas ela mesma responde: “Porque eu sou feminista. Porque acredito que as mulheres têm um lugar no jogo”.

Julia Kiran (centro) e seu time
Image captionJulia Kiran (centro) lidera o principal time de jogadoras de e-sports do mundo

Julia Kiran é a líder do Team Secret, que em outubro se tornou o principal time feminino do mundo.

Ela acha que isso reflete uma atitude comum: “Sempre se achou que times femininos não fazem parte da ‘cena’ profissional. Os jogadores homens nos tratam como se fossemos algo paralelo, que não conta.”

Uma das soluções encontradas tem sido a criação de times femininos e torneios voltados apenas para mulheres.

Esse foi o caminho de Steph: “Eu sou prova de que isso ajuda de verdade, porque vi mulheres competindo e pensei: ‘quero ganhar essa copa do mundo’. É muito mais intenso ser inspirado por alguém com quem você se identifica.”

Mas os torneios femininos também estão cheio de controvérsias. Muitas jogadoras, incluindo Julia, acreditam que eles reforçam divisões entre gêneros.

“Seria ótimo ver algo em que homens e mulheres estão trabalhando juntos”, diz.

Ainda há um abismo enorme entre os rendimentos de homens e mulheres em torneios e patrocínio.

Os ganhos dos principais jogadores homens ultrapassam US$ 2,5 milhões, enquanto as principais jogadoras não alcançam US$ 200 mil. Os times femininos rendem menos, o que faz com que consigam menos patrocínios e uma cobertura inferior na imprensa.

Steph espera que grandes empresas passem a apoiar torneios femininos e jogadoras, “porque no fim das contas você precisa de dinheiro para competir”.

“Ultimamente, a sensação é que o objetivo é extinguir os torneios femininos, como se não houvesse razão para eles existirem.”

Igualdade

A Twitch, uma página de jogos online da Amazon, está trabalhando para atacar abusos no site.

Steph também criou sua própria solução: a organização Misscliks, plataforma que promove ícones femininos no mundo dos jogos.

A falta de jogadoras entrando para o mundo profissional também está conectada, segundo Steph, à história do desenvolvimento dos jogos, que sempre foi dominada por homens.

Mesmo que os e-sports não exijam habilidades físicas, “eles se focam em noções de espaço, reflexos e características que normalmente são mais fortes em homens”, ela conta.

Steph quer ver mais desenvolvedoras mulheres criando os jogos, o que poderá se refletir em mais mulheres inspirando outras a jogarem.

“Assim veremos o universo dos jogadores populares se tornando mais diverso. Se eu puder inspirar uma pessoa, já terá valido a pena.”

KORFEBOL BRASILEIRO CIEP NAÇÃO RUBRO NEGRA – RIO DE JANEIRO

ILEIRO CIEPE NAÇÃO RUBRO NEGRA – RIO DE JANEIRO

O Korfebol Brasileiro participou das comemorações da Semana da Criança no CIEP NAÇÃO RUBRO NEGRA – no Rio de Janeiro, cerca de 200 alunos tiveram acesso ao KORFEBOL BRASILEIRO jogando, brincando e aprendendo a arremessar, e os princípios básicos do Jogo

Agradecimento especial a Professora Paula Rocha Ferreira da Silva que nos fez o convite e que aceitamos de pronto. Professoras como Paula é que precisamos em todas as escolas do Brasil. que gostem de inovar e propiciar seus alunos novas atividades.

Educação Física – Esportes Alternativos – Participe

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Olá amigos do KORFEBOL BRASILEIRO !

Saudações.
 
Gostaria de convidar a todos para participarem da pesquisa do KORFEBOL BRASILEIRO, que estamos desenvolvendo sobre a orientação do Professor Marcelo Soares, mais conhecido como “Marcelo Korfebol”
 
O objetivo da pesquisa é caracterizar as pessoas que conhecem o korfebol brasileiro e fazer um paralelo da Educação Física escolar, com os Esportes cooperativos Esportes competitivos (tradicionais) e Esportes Alternativos (Desconhecidos da nossa cultura).
 
Link da Pesquisa
 
Estaremos realizando encontros, torneios, cursos e palestras.
Professor Marcelo Soares está desenvolvendo diversas formas de se jogar Korfebol brasileiro, para que o esporte se torne cada vez mais acessível a todos.
 
Na certeza de poder contar com sua contribuição participando de nossa pesquisa, nos despedimos.
FORTE ABRAÇO
KORFEBOL BRASILEIRO.
“TEM QUE QUERER”

 

Fã Page do KORFEBOL BRASILEIRO: 1400 curtidas !

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Quero agradecer as 1.400 mil curtidas na minha página e dizer que ter 1.400 corações conectados e em sintonia com o nosso trabalho ao longo de 15 anos com KORFEBOL BRASILEIRO é o resultado de que somos todos um, e que vocês fazem parte da minha vida.

CONTINUEM NOS PRESTIGIANDO

 CLIQUE AQUI E CURTA A FÃ PAGE DO KORFEBOL BRASILEIRO

KORFEBOL BRASILEIRO DIFERENTE DE QUALQUER OUTRO PRATICADO NO RESTO DO MUNDO !!!

I want to thank the 1.4 million Tanned on my page and say that having 1,400 hearts connected and in tune with our work over 15 years with Brazilian KORFEBOL is the result that we are all one, and that you are part of my life.

KORFEBOL Brazilian DIFFERENT FROM ANY OTHER DONE IN THE WORLD !!!

KORFEBOL BRASILEIRO COMPLETA 15 ANOS – DIA 22/10/2015

Você conhece o Korfebol ? ainda não ? Então assista essa matéria com Professor Marcelo Korfebol

Bom dia amigos
22 de outubro de 2015 – KORFEBOL NO BRASIL 15 ANOS

Ola amigos, hoje e um dia especial para mim. Hoje dia 22 de outubro de 2015, comemoro 15 anos de KORFEBOL NO BRASIL.

Nesses 15 anos de trabalho com o esporte houveram acontecimentos que por muitas vezes me fizeram mudar a direção e o planejamento, sempre em busca de um novo caminho, de novas aprendizagens., que me fizeram sempre refletir e ver dois estágios: o antes e o depois. Bem simples.

Aprendi nesses 15 anos que “tem que querer” que temos que ter paixão, por tudo que acreditamos, sempre fui muito apaixonado por minha profissão e pela missão que ela nos destina. Ser professor de Educação Física, e posteriormente trabalhar com o Korfebol, sempre me proporcionou muito prazer. O prazer de ensinar, de dar oportunidades, de tornar pessoas mais felizes dando qualidade de vida e entretenimento.

Nesses 15 anos conheci inúmeras pessoas através do KORFEBOL BRASILEIRO, amizades que ficarão para sempre em minha memória e a minha GRATIDÃO ETERNA. por terem me ajudado a continuar essa missão.

Ainda me lembro a primeira partida de Korfebol realizada no Esporte Clube Valim numa tarde de domingo, com amigos e familiares participando e incentivando a continuar na luta.

Tive o privilégio de poder através do KORFEBOL conhecer e ajudar cadeirantes, autistas, pessoas de terceira idade, com dificuldades motoras, deficientes físicos, conhecer o sistema prisional e todas as comunidades do Rio de Janeiro e lá fazer muitos amigos, sempre divulgando.

Ao longo desses 15 anos, rompemos com a Federação Internacional de Korfball e com Federação Portuguesa de Corfebol, por divergência de metodologia e também por não fazer parte do “mundo competitivo” que as duas entidades sonham em tornar o esporte. Adotamos a linha Educacional e cooperativa e fundamos o KORFEBOL BRASILEIRO COM LETRA K, nada temos mais haver com o Korfball/Corfebol. Em outro momento iremos falar sobre tudo que aconteceu em 2012. E aprendemos que esporte e política são as mesmas coisas, não tem diferença.

Aprendi que o conhecimento cresce ainda mais quando compartilhamos ideias e pensamentos.

Devo admitir que o KORFEBOL BRASILEIRO, mudou o rumo minha vida, no sentido de querer ser mais cooperativo e menos competitivo.

Poder ver o KORFEBOL BRASILEIRO completar 15 anos e realmente muito emocionante.

Obrigado a todas as pessoas que me ajudam e que me ajudaram nesses 15 anos

GRATIDÃO ETERNA

“TEM QUE QUERER”

Foto de Abrako - Associação Brasileira De Korfebol.

Korfebol Brasileiro é diferente do Korfebol praticado no resto do Mundo ?

ABRAKO – Associação de Korfebol Brasileiro.

Não estamos vinculados a Federação Internacional de Korfball (IKF) e nem a Federação Portuguesa de “Corfebol” e nem queremos. Somos uma associação independente formada por professores de educação física, amigos, empresas, e simpatizantes das regras modificadas do Korfball mundial, ou seja, o KORFEBOL BRASILEIRO é diferente de qualquer outro país praticante no resto do mundo.

Confira o texto a seguir e saberão nossos motivos.

PARTE 1

Uma das principais características do KORFEBOL BRASILEIRO é a não permissão de Contato Físico, (como por exemplo, os empurrões e demais jogadas agressivas), enquanto que no resto do mundo, a modalidade é praticada com a permissão do “contato físico moderado”. Para os divulgadores do KORFEBOL BRASILEIRO, esta diferença faz com que o esporte praticado no exterior apresente uma prática desportiva hostil e faz com que o jogo se torne muito feio”, em busca de competição e da formação de “atletas” como objetivo principal deste esporte. Algo que não condiz com a História e a cultura integradora e hospitaleira do povo brasileiro.

Por isso, foi criada a ABRAKO – Associação de Korfebol Brasileiro, que atualmente é totalmente independente da Federação Internacional de Korfball, da qual esteve vinculada até 2012, quando então ocorreu uma “virada de mesa” por parte de um grupo de “ex alunos” do professor Marcelo Soares que se aliou a um grupo de dissidentes em São Paulo, que se sentiam deslocados do trabalho focado nas questões sócio-educacionais que o professor Marcelo Soares sempre praticou.

Foto de Abrako - Associação Brasileira De Korfebol.

BRAKO – Associação de Korfebol Brasileiro

Confira a segunda parte do texto que conta um pouco da verdadeira história do KORFEBOL BRASILEIRO E DA ABRAKO

Parte 2

Estes grupos resolveram se mancomunar com a entidade que dirige o esporte e também e também com representantes da Federação Portuguesa de Corfebol, numa tentativa desesperada de retirar o Professor Marcelo Soares, da “Representatividade do Korfball” no Brasil.

Porém, quem conhece pessoalmente o trabalho desenvolvido (desde 1998) por Soares, sabe que ele não desiste tão fácil, inclusive, comenta em suas palestras, que está até mais motivado para divulgar o Jogo em todo território nacional, sem a preocupação de realizar campeonatos e livre dessa política pequena de empenhar recursos e tempo apenas na formação atletas e fazer o jogo ser desporto olímpico.

O esporte como uma ferramenta de construção de cidadania e afirmação cultural é o grande eixo fundatório do KORFEBOL BRASILEIRO, este, muito mais alinhado aos princípios de integração e participação de todos, tal qual o Professor Nico Broekhuysen ensinou e em 1902 na Holanda.

Foto de Abrako - Associação Brasileira De Korfebol.