KORFEBOL BRASILEIRO CIEP NAÇÃO RUBRO NEGRA – RIO DE JANEIRO

ILEIRO CIEPE NAÇÃO RUBRO NEGRA – RIO DE JANEIRO

O Korfebol Brasileiro participou das comemorações da Semana da Criança no CIEP NAÇÃO RUBRO NEGRA – no Rio de Janeiro, cerca de 200 alunos tiveram acesso ao KORFEBOL BRASILEIRO jogando, brincando e aprendendo a arremessar, e os princípios básicos do Jogo

Agradecimento especial a Professora Paula Rocha Ferreira da Silva que nos fez o convite e que aceitamos de pronto. Professoras como Paula é que precisamos em todas as escolas do Brasil. que gostem de inovar e propiciar seus alunos novas atividades.

Educação Física – Esportes Alternativos – Participe

ABRAKO 1

Olá amigos do KORFEBOL BRASILEIRO !

Saudações.
 
Gostaria de convidar a todos para participarem da pesquisa do KORFEBOL BRASILEIRO, que estamos desenvolvendo sobre a orientação do Professor Marcelo Soares, mais conhecido como “Marcelo Korfebol”
 
O objetivo da pesquisa é caracterizar as pessoas que conhecem o korfebol brasileiro e fazer um paralelo da Educação Física escolar, com os Esportes cooperativos Esportes competitivos (tradicionais) e Esportes Alternativos (Desconhecidos da nossa cultura).
 
Link da Pesquisa
 
Estaremos realizando encontros, torneios, cursos e palestras.
Professor Marcelo Soares está desenvolvendo diversas formas de se jogar Korfebol brasileiro, para que o esporte se torne cada vez mais acessível a todos.
 
Na certeza de poder contar com sua contribuição participando de nossa pesquisa, nos despedimos.
FORTE ABRAÇO
KORFEBOL BRASILEIRO.
“TEM QUE QUERER”

 

Entrevista: Marcelo Korfebol na Radio Roquete Pinto Dia 11/07/2016

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CONVITE AOS AMIGOS DO KORFEBOL BRASILEIRO

O Korfebol Brasileiro tem o prazer de convidar a todos os amigos para prestigiarem o programa PAINEL DA MANHÃ, na Tradicional Rádio Roquete Pinto de 7:00 às 10:00 do dia 11/07/2016 (segunda feira). Professor Marcelo Bepi Soares, irá participar da mesa de Debates, falando sobre o KORFEBOL BRASILEIRO e como o Esporte e as Olimpíadas podem ser positivos no Processo Ensino Aprendizagem, inclusão e Interdisciplinaridade.

Para ouvir online: http://www.radioroquettepinto.rj.gov.br/index.php/main

 

Quem Foi Roquete Pinto ?

Edgar Roquette-Pinto
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Edgard Roquette-Pinto Academia Brasileira de Letras

Manuel Bandeira (3.º da esquerda para direita em pé), Alceu Amoroso Lima (5.ª posição) e Dom Hélder Câmara (7.ª) e sentados (da esquerda para direita), Lourenço Filho, Roquette-Pinto e Gustavo Capanema
Rio de Janeiro, 1936
Nascimento 25 de setembro de 1884
Rio de Janeiro, Município Neutro
Morte 18 de outubro de 1954 (70 anos)
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro1908.gif Distrito Federal
Nacionalidade brasileiro
Ocupação Médico legista, professor, antropólogo, etnólogo e ensaísta
Edgard Roquette-Pinto [nota 1] (Rio de Janeiro, 25 de setembro de 1884 — Rio de Janeiro, 18 de outubro de 1954) foi um médico legista, professor, escritor, antropólogo, etnólogo e ensaísta brasileiro.[1]

Membro da Academia Brasileira de Letras, é considerado o pai da radiodifusão no Brasil. Criador da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, com o intuito de difundir a educação por este meio, por volta de 1923.[2]

Está entre os mais importantes intelectuais brasileiros que se empenharam na organização e divulgação do Movimento eugênico brasileiro, juntamente com Monteiro Lobato, Belisário Penna e Octávio Domingues.[3] [4] Dificilmente se situará como um “eugenista”, na linhagem de Renato Kehl (ver abaixo, Primeiro Congresso Brasileiro de Eugenia). Já se falou dele como defensor de uma “eugenia saudável”, como um intérprete da mestiçagem brasileira que não significava, a seu ver e na contracorrente dos eugenistas europeus — uma “degeneração”.[5]

Índice [esconder]
1 Histórico
2 Academia Brasileira de Letras
3 Primeira rádio do Brasil
4 Primeiro Congresso Brasileiro de Eugenia
5 Censura
6 Obras
7 Notas
8 Referências
9 Ligações externas
Histórico[editar | editar código-fonte]
Estudou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, colando grau em 1905. Logo depois de formado iniciou uma série de estudos sobre os sambaquis das costas do Rio Grande do Sul. Foi professor assistente de Antropologia no Museu Nacional (1906),[1] professor de História Natural na Escola Normal do Distrito Federal (1916) e professor de Fisiologia na Universidade Nacional do Paraguai (1920).

Em 1912 Roquette-Pinto fez parte da Missão Rondon e passou várias semanas em contato com os índios nambiquaras que até então não tinham contato com a civilização.[1] Na volta, trouxe vasto material etnográfico e, como resultado dessa viagem, publicou em 1917 o livro Rondônia – Antropologia etnográfica, considerado um clássico da antropologia brasileira. Seus estudos sobre os tipos antropológicos do Brasil ganharam destaque por demonstrar que a miscigenação racial brasileira não havia produzidos “tipos raciais” degenerados ou inferiores. Ao contrário. De acordo com as suas pesquisas, a população mestiça brasileira era saudável e eugênica, o que refutava os tradicionais estigmas raciais produzidos por cientistas e viajantes que passaram pelo Brasil desde o século XIX, ou mesmo por setores das elites intelectuais brasileiras. De acordo com a antropologia de Roquette-Pinto, o grande problema dos brasileiros não era a raça, mas sim as questões sociais e políticas, sobretudo a falta de educação e saúde pública[6] .

Foi diretor do Museu Nacional em 1926, organizando ali a maior coleção de filmes científicos no Brasil.

Em 1932, Getúlio Vargas aprovou a lei sobre a obrigatoriedade da exibição de filmes nacionais e Roquette-Pinto criou o Instituto Nacional de Cinema Educativo (INCE). A pedido do  ministro da Educação e Saúde, Gustavo Capanema, convidou o diretor Humberto Mauro para trabalhar com ele. Humberto filmou mais de 300 documentários de curta-metragem, entre 1936 e 1964.[7]

Roquette–Pinto foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, da Academia Brasileira de Ciências, da Sociedade de Geografia, da Academia Nacional de Medicina, da Associação Brasileira de Antropologia (da qual foi presidente de honra) e de inúmeras outras associações culturais, nacionais e estrangeiras. Foi um dos fundadores do Partido Socialista Brasileiro.

Lorbeerkranz.pngAcademia Brasileira de Letras[editar | editar código-fonte]
Na Academia Brasileira de Letras, foi o terceiro ocupante da cadeira 17, tendo sido eleito em 20 de outubro de 1927, na sucessão de Osório Duque-Estrada, e foi recebido pelo acadêmico Aloísio de Castro em 3 de março de 1928. Recebeu os acadêmicos Afonso Taunay em 6 de maio de 1930, e Miguel Osório de Almeida em 23 de novembro de 1935.

Edgar Roquette-Pinto também é homenageado pela Academia Brasileira de Médicos Escritores como patrono da cadeira 33, cujo fundador é o médico urologista paulista Helio Begliomini.

Primeira rádio do Brasil[editar | editar código-fonte]
No ano que comemorou o I Centenário da Independência do Brasil, ocorreu no Rio de Janeiro, por ser, na época, a capital federal, uma grande feira internacional, que recebeu visitas de empresários americanos trazendo a tecnologia de radiodifusão para demonstrar na feira, que nesta época era o assunto principal nos Estados Unidos

Para testar o novo meio de comunicação, os americanos instalaram uma antena no pico do morro do Corcovado (onde atualmente é o Cristo Redentor). A primeira transmissão radiofônica no Brasil foi um discurso do presidente Epitácio Pessoa, que foi captado em Niterói, Petrópolis, na serra fluminense e em São Paulo, onde foram instalados aparelhos receptores.[1] A reação de Roquette-Pinto a essa tecnologia foi: “Eis uma máquina importante para educar nosso povo”[8] .

Depois da primeira transmissão no Brasil, em 1922[9] , Roquette Pinto tentou convencer o Governo Federal a comprar os equipamentos apresentados na Feira Internacional.

Para o bem da comunicação do Brasil, Roquette-Pinto não desistiu, e conseguiu convencer a Academia Brasileira de Ciências a comprar os equipamentos. Foi criada a primeira rádio do país[10] , a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, fundada em 1922, e dirigida por Roquette-Pinto – atual Rádio MEC.

Em 1936, doou a rádio ao Governo Brasileiro, especificamente ao Ministério da Educação, transformando-a na Rádio MEC.

Roquette-Pinto também foi radioamador e participou de várias associações da categoria, como a Liga dos Amadores Brasileiros de Rádio Emissão (LABRE). Em 1937 sua estação detinha o indicativo SB1AG. [11]

Primeiro Congresso Brasileiro de Eugenia[editar | editar código-fonte]
Foi organizado em comemoração ao centenário da Academia Brasileira de Medicina e presidido por Roquette-Pinto e Renato Ferraz Kehl. O evento ficou marcado como um dos principais congressos de Eugenia da América Latina, tendo reunido importantes figuras da comunidade intelectual brasileira e latino-americana. No início dos anos 1930, no auge das discussões sobre controle eugênico da imigração, dos matrimônios e da natalidade, eugenistas brasileiros fundariam a Comissão Central Brasileira de Eugenia, criada com o objetivo de assessorar o governo e as autoridades públicas em assuntos relacionados ao aperfeiçoamento eugênico da população.[12]

Censura[editar | editar código-fonte]
Em 1936, os aparelhos de rádio já podiam ser comprados em lojas do ramo. Nesse mesmo ano, a Sociedade Rádio do Rio de Janeiro foi doada ao Ministério da Educação e Saúde (MES), que tinha como titular Gustavo Capanema, que comunicou a Roquette-Pinto que a rádio seria incoporada ao Departamento de Propaganda e Difusão Cultural (mais tarde, em 1939, deste departamento surgiria o DIP), órgão responsável pela censura durante parte da era de Getúlio Vargas.[1]

Em resposta, Roquette-Pinto insistiu que a rádio fosse incorporada ao Ministério da Educação e Saúde, com o fim de preservar a função educativa. Roquette Pinto ganhou a disputa. A rádio Sociedade passou a se chamar Rádio Ministério da Educação, ou como é conhecida rádio MEC, mantendo, até hoje, o ideário educativo. Consta que, ao se despedir do comando da emissora que fundara, sussurrou chorando ao ouvido da filha Beatriz: “Entrego esta rádio com a mesma emoção com que se casa uma filha”.

Obras[editar | editar código-fonte]
O exercício da medicina entre os indígenas da América (1906)
Excursão à região das Lagoas do Rio Grande do Sul (1912)
Guia de antropologia (1915)
Rondônia (1916)[13]
Elementos de mineralogia (1918)
Conceito atual da vida (1920)
Seixos rolados Estudos brasileiros (1927)
Glória sem rumor (1928)
Ensaios de antropologia brasiliana (1933)
Samambaia, contos (1934)
Ensaios brasilianos (1941)
Publicou também grande número de trabalhos científicos, artigos e conferências entre 1908 e 1926, em diferentes revistas e jornais

FIJ – FACULDADES INTEGRADAS JACAREPAGUA RECEBE O KORFEBOL BRASILEIRO

No último dia 31 de março de 2016, O KORFEBOL BRASILEIRO, visitou as Faculdades Integradas de Jacarepaguá no Rio de Janeiro, onde cerca de 50 alunos do curso de Licenciatura em Educação Física, conheceram as regras básicas do KORFEBOL BRASILEIRO e do ULTIMATE FRISBEE (esportes parceiros), seguindo a linha da cooperação.

Diversas parcerias foram firmadas em prol dos Esportes Alternativos Escolares.

Fã Page do KORFEBOL BRASILEIRO: 1400 curtidas !

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Quero agradecer as 1.400 mil curtidas na minha página e dizer que ter 1.400 corações conectados e em sintonia com o nosso trabalho ao longo de 15 anos com KORFEBOL BRASILEIRO é o resultado de que somos todos um, e que vocês fazem parte da minha vida.

CONTINUEM NOS PRESTIGIANDO

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KORFEBOL BRASILEIRO DIFERENTE DE QUALQUER OUTRO PRATICADO NO RESTO DO MUNDO !!!

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Vocalista do A-Ha visita Ver-o-Peso e faz a alegria dos fãs

6 de fevereiro de 2016

Fãs da banda norueguesa A-Ha estiveram no Ver-o-Peso na manhã deste sábado (6), à espera do vocalista Morten Harket. O cantor chegou à feira no início da tarde e foi cercado por integrantes do fã-clube paraense da banda. Solícito, Morten fez a alegria dos fãs. Foram muitas ‘selfies’ e autógrafos em discos de vinil e CDs da banda.

Foto: Reprodução (Instagram)Foto: Reprodução (Instagram)

A visita ao Ver-o-Peso encerrou a semana que o cantor passou em Belém. Morten chegou à capital paraense no último dia 29 de janeiro e desde então tem sido presença constante em pontos turísticos da cidade como a feira do Ver-o-Peso. Desta vez, o cantor veio sem os parceiros de banda, Magne Furuholmen e Paul Waaktaar. Morten deixou a capital no final do sábado.

‘Descobrimos que ele estava aqui pelo Instagram’, disse o líder do fã-clube, o servidor público Marcos Paulo Uchôa da Silva. Ele contou que os fãs viram uma foto de Morten no perfil de um restaurante japonês ao longo da semana. A imagem circulou pelas redes sociais e despertou o interesse dos fãs que se mobilizaram para acompanhar o músico em sua terceira visita ao Pará.

Durante a semana, no Facebook a mineradora Hydro Alunorte, responsável pela viagem de Morten ao Estado, atiçou a curiosidade do público com duas fotos do cantor. Em uma delas Morten aparecia de costas na sacada do apartamento de um hotel enquanto olhava o céu da capital paraense.

Em outra publicação, o norueguês foi fotografado no mercado de peixes do Ver-o-Peso conversando um dos vendedores, que dava mostrava peixes da região. A mineradora informou na rede social que ‘em breve’ o público saberia o que Morten fez em Belém.

Foto: Reprodução (Instagram)Foto: Reprodução (Instagram)

A visita de Morten foi acompanhada por uma equipe de TV norueguesa, que além do Ver-o-Peso também realizaria filmagens no Polo Joalheiro e Arsenal. O presidente do fã-clube afirmou desconhecer novas apresentações da banda na capital paraense. No Polo Joalheiro não havia qualquer agendamento da suposta visita.

Em setembro de 2015, o A-Ha se apresentou em Barcarena e Paragominas a convite da Hydro. A vinda do grupo mobilizou centenas de fãs apaixonados que lotaram os dois espetáculos do grupo em solo paraense.

A princípio as apresentações seriam exclusivas para funcionários da mineradora, mas a repercussão dos eventos fez com que a Hydro abrisse a programação para o público. Os ingressos foram trocados por kits de material escolar distribuídos a estudantes de projetos de responsabilidade social atendidos pela empresa.

O A-Ha ficou conhecido na década de 80 por sucessos como ‘Crying in The Rain’, ‘Hunting, High and Low’ e ‘Take on Me’. O grupo emplacou um hit atrás do outro em emissoras de rádio e programas televisivos.

Claudio Nogueira – Um dos maiores nomes do Jornalismo carioca

Claudio Nogueira sempre foi um dos incentivadores do Korfebol no Brasil inclusive em 2002 foi o jornalista responsável pela matéria “Esporte da Família” publicado no Jornal o Globo, e que muito contribuiu para que o esporte fosse mais reconhecido no Brasil.

Realizamos inúmeros eventos e matérias na tv, como Ana Maria Braga, Esporte Espetacular após a realização da entrevista ao Claudio Nogueira. Meia página falando de KORFEBOL BRASILEIRO, que na época adotávamos a nomenclatura com a letra “C”. Atualmente é KORFEBOL COM “K”.

Obrigado amigo Claudio Nogueira… fica o reconhecimento e gratidão por ter nos ajudado sempre que solicitamos, você é um grande profissional e o KORFEBOL BRASILEIRO TE DEVE MUITO.

Estamos juntos…

Jornal O Globo 1

Em 2011 estivemos no lançamento do Livro Zeros à Direita de Cláudio Nogueira.

CLAUDIO NOGUEIRA E MARCELO KORFEBOL

O livro “Zeros à Direita – Marketing e Mídia no Esporte”, do jornalista Claudio Nogueira, do Globo, é um grande estudo atualizado com o olhar de um jornalista com larga experiência no esporte. Editado pela iVentura, o livro foi lançado em 29 de novembro de 2010, na livraria Saraiva do Botafogo Praia Shopping, no Rio de Janeiro.

Prestes a realizar os dois maiores eventos esportivos existentes no planeta – Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016 -, o Brasil ainda carece de uma séria e efetiva política nacional de esportes, dependendo ainda do surgimento esporádico de talentos, e não de uma estrutura que vise a fazer surgir novos atletas.

O livro se caracteriza pela abrangência, viajando do marketing esportivo e dos patrocínios a entidades e ídolos das mais variadas modalidades esportivas mundiais até chegar ao cidadão comum que através da sua paixão impulsiona o esporte.

Apesar de não ter a pretensão de esgotar o assunto, Claudio compartilha com os leitores algumas observações sobre o esporte em geral, mostrando como se dá, no Brasil, a relação entre esse ramo de atividade e a sociedade como um todo.

Claudio Nogueira é também autor de “Futebol Brasil Memória” e “O Time do Meu Coração – Vasco”.