Korfebol Brasileiro é tema de trabalho acadêmico sobre Sociologia da Educação – Universidade Uniabeu – Belfort Roxo – RJ

KORFEBOL BRASIL

 

Nessa trajetória , são tantas pessoas que contribuíram para meu sucesso, que seria impossível colocar o nome de todos por aqui.
Senti-me muito especial com tão bela homenagem em que recebi pelos alunos na disciplina Sociologia da Educação. Orgulho, alegria, emoção, misto de tantos sentimentos bons, que até a presente data, parece que comecei ontem ” 11/11/ 1998″ na comunidade Fernão Cardin com uma bola de vôlei e duas cestas de basquete, e fazendo o jogo de forma adaptada. Em 3 meses de prática observamos que gradativamente a integração entre os gêneros se construía.
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“Quanta alegria em saber que meu trabalho é valorizado por pessoas que nem me conhecem pessoalmente, e que de alguma forma meu trabalho contribui para educação física escolar.  Isso é gratificante! ”

Confesso que tenho muita paixão pela minha profissão, e por ensinar o Korfebol Brasileiro, com regras novas e adaptadas para que todos tenham acesso, transformando o jogo competitivo em um jogo cooperativo, socializador, onde cadeirantes, autistas, terceira idade, famílias, criancas, jovens e adultos podem vivenciar a dinâmica em igualdade de condições.

Tenho buscado,porém, em quadra de aula, atender o maior número possível de pessoas, sempre na perspectiva da cooperação, adaptando a atividade ao grupo que está sendo trabalhado.

Nesses 17 anos de ensinamentos e aprendizados  conhecí muitas pessoas, Inclusive ídolos de diversos  esportes brasileiro, que me deram o prazer de jogar Korfebol Brasileiro, como o Ricardo Prado, recordista mundial das piscinas e atleta olimpico, o Mestre João Batista Freire que realizou o Korfebol na caravana do Esporte, entre outros que me ajudaram e ajudam até hoje. Os mesmos tornaram-se meus grandes amigos, pessoas de extrema importância na minha vida  profissional. O Korfebol tem esse poder envolvente, que nos atrai para um mundo de debates, diálogos, troca de experiências.

Importante é o fato de que a humildade deve prevalecer diante dessa homenagem, isto porque não sou a único protagonista nessa história de Korfebol Brasileiro.

Obrigado alunos da Uniabeu e amigos de Facebook que curtem e compartilham a página do Korfebol Brasileiro , matérias na TV, vídeos, cursos e palestras, por confiarem em nosso trabalho.

Obrigado a todos, de coração!

Gratidão a vocês amigos de fé e apaixonados pelo jogo Korfebol Brasileiro.

“TEM QUE QUERER”

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Alunos da Universidade Uniabeu – Belford Roxo – Rio de Janeiro

Educação Física – Esportes Alternativos – Participe

ABRAKO 1

Olá amigos do KORFEBOL BRASILEIRO !

Saudações.
 
Gostaria de convidar a todos para participarem da pesquisa do KORFEBOL BRASILEIRO, que estamos desenvolvendo sobre a orientação do Professor Marcelo Soares, mais conhecido como “Marcelo Korfebol”
 
O objetivo da pesquisa é caracterizar as pessoas que conhecem o korfebol brasileiro e fazer um paralelo da Educação Física escolar, com os Esportes cooperativos Esportes competitivos (tradicionais) e Esportes Alternativos (Desconhecidos da nossa cultura).
 
Link da Pesquisa
 
Estaremos realizando encontros, torneios, cursos e palestras.
Professor Marcelo Soares está desenvolvendo diversas formas de se jogar Korfebol brasileiro, para que o esporte se torne cada vez mais acessível a todos.
 
Na certeza de poder contar com sua contribuição participando de nossa pesquisa, nos despedimos.
FORTE ABRAÇO
KORFEBOL BRASILEIRO.
“TEM QUE QUERER”

 

Professor de Educação Física – Texto Elisa Kim

Ótimo texto!!!

“….Os professores de educação física são os mais bacanas, legais, gostosos e bonitos. As melhores bundas, coxas e peitos do mercado são deles. Os professores de educação física têm boa postura e nunca ficam corcundinhas como nós. Eles têm o passo firme, falam com confiança e sempre acham que a gente está fazendo alguma coisa errada, ou muito devagar, ou muito rápido, ou muito pra frente, ou muito pra trás. É verdade que os exercícios que eles fazem sempre saem do jeito que nós gostaríamos que saíssem os nossos, com os pesos e movimentos que nunca conseguimos. Dizem que os professores de educação física se divertem o dia inteiro nas piscinas e academias e que o trabalho deles é moleza. Mas eles têm que acordar muito cedo, e sorrir muito cedo, e pular muito cedo, e deixar todo mundo animado muito cedo… eles trabalham duro e bastante. Dizem também que os professores de educação física não têm nada na cabeça e escolheram essa profissão porque não gostam de estudar. Porém, eles conhecem todos os músculos e sabem o que temos que fazer pra eles não despencarem e continuarem fortes. Mas isso as pessoas só descobrem com o tempo e a necessidade. Um dia, os engenheiros, os advogados, os publicitários, os médicos, os artistas, os jornalistas, os bancários, os empresários, os balconistas, passam mal e ouvem que se não fizerem alguma atividade física estão “fudidos”. Então eles percebem que mesmo sabendo tanto sobre outras coisas, não sabem quase nada sobre seu corpo. É essa hora que entra o professor de educação física e diz:

– Vamos lá !!!
– Tá no fim, não desiste!!
– Você consegue!!!

E você, por absoluta falta de opção, acredita nele. E, por incrível que pareça você acaba conseguindo mesmo. Ninguém melhor do que esse otimista incansável pra dar segurança não só para o corpo, mas para a vida. E um dia, tão de repente como você ouviu que precisava se mexer, você escuta que está mais bonito, mais alegre, com uma cara ótima. A atividade física mudou você. Professores de educação física, mesmo quando vocês fazem aquela cara de prazer vendo a gente sofrer, mesmo quando gritam, mesmo quando são exibidos, quando são exigentes e chatos demais, eu continuo gostando de vocês. Quero que saibam que fazem a minha vida melhor, mais divertida e feliz. ”
– Elisa Kim –

 

Educação Física Carioca: Agora é Lei

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o Governador Pezão sancionou a lei 7195/2016! A partir de hoje todos os conteúdos curriculares da disciplina Educação Física nos ensinos infantil, fundamental e médio deverão ser ministrados exclusivamente por um professor formado na área. A norma já está em vigor, mas as instituições têm até dois anos para implantar gradualmente a nova regra.

Depois de tanto esforço conseguimos que as atividades oferecidas em ambiente escolar fiquem a cargo de um professor regente, que tenha competência necessária.

É no primeiro segmento da vida do ser humano que se inicia o desenvolvimento de doenças, como obesidade, hipertensão e diabetes. Por isso, a atenção especial a essas crianças é fundamental, para prevenir doenças e garantir o desenvolvimento motor adequado. Parabéns aos profissionais e à população por mais essa conquista!

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Educação Física Escolar está a um passo de sua vitória mais importante nos últimos anos

Na última quarta-feira (02/12), os profissionais de Educação Física representados pela Frente Parlamentar da Educação Física, conseguiram na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, aprovar o encaminhamento para plenário (dos Deputados Estaduais) o Projeto de Lei 3002/2014 que obriga a Educação Física no ensino infantil e fundamental com graduados com Licenciatura em Educação Física em todo Estado.

A audiência presidida pelo Deputado Estadual, Comte Bittencourt, presidente da Comissão de Educação da ALERJ, ouviu dos profissionais a importância da aprovação do PL, tendo a palavra iniciada pelo vice-presidente do SINPEF (Sindicato dos Profissionais de Educação Física), Ernani Contursi CREF 00005 G/RJ, relatou sobre “-A nossa bandeira é saúde para a população, somos apartidários, somos Educação Física e por isso, peço apoio de todos os Deputados que aprovem o PL pelo bem da sociedade e das crianças do Estado do Rio de Janeiro, pois é a única atividade que traz saúde para os estudantes hoje dentro da escola, e por isso, contamos com os Deputados Estaduais”.

O professor Dr. Roberto Correa CREF003781 G/RJ, representando o CREF1 explicou sobre o aumento da obesidade infantil e as consequências que acarreta na formação dos estudantes fluminense: “-Ao retirar os direitos dos profissionais de Educação Física ministrar as aulas de Educação Física estaremos sendo coniventes com uma geração sedentária, aceitando o aumento do bullyng.”.

A fala sobre a importância da aprovação do PL contou também com os profs. Eugênio Correa CREF 000036 G/RJ representando os professores das Instituições de Ensino Superior, Marcelo Barbosa Subsecretário de Esporte do Município do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Lancetta CREF 009669 G/RJ Presidente da Federação de Atletismo do Estado do Rio de Janeiro, Cyro Delgado CREF 026413 P/RJ Subsecretario de Estado de Esporte, Lazer e Juventude, Luciane Azevedo, Professora da UPPES, além de representantes da Secretaria Estadual de Educação.

Todos os Deputados presentes deram seus parecerem a favor da luta dos profissionais. Todos, sem exceção, em suas falas, disseram que estão juntos com a Educação Física, são eles: Comte Bittencourt, Tio Carlos, Chiquinho da Mangueira, Dr. Julianelli, Waldeck Carneiro e  Pedro Fernandes,.

Completaram a fala também, os profs. Sérgio Ferreira Tavares CREF 000038 – G/RJ, representando a APEF-RIO (Associação dos Profissionais de Educação Física) e José Paulo da Costa Neves CREF 008453 – G/RJ representante da Frente Parlamentar da Educação Física dizendo que a categoria se sentiu protegida e abraçada e garante aos profissionais vislumbrarem um futuro melhor, tanto para eles, quanto para as crianças.

Essa é uma grande vitória que poderá terminar com um final feliz na próxima quarta, 09 de dezembro, às 15h na ALERJ, e você está convidado para mostrarmos que #JUNTOSSOMOSMAISFORTES.


Entendo o Projeto de Lei 3002/2014

O Projeto de Lei 3002/2014 é de 28 de maio de 2014 e foi desarquivado pelo deputado estadual, Comte Bittencourt, presidente da Comissão de Educação da ALERJ. O problema começou com a Resolução nº 07/2010 do Conselho Nacional de Educação (CNE) que em seu artigo 31 possibilita que a disciplina de Educação Física seja ministrada por professores regentes, ou seja, com qualquer outra formação.

“Do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, os componentes curriculares Educação Física e Arte poderão estar a cargo do professor de referência da turma, aquele com o qual os alunos permanecem a maior parte do período escolar, ou de professores licenciados nos respectivos componentes.”

João Batista Freire – Ícone da Educação Física Escolar

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O grande Mestre João Batista Freire sempre foi fonte de inspiração para o Korfebol Brasileiro. Recentemente em seu facebook realizou referência ao nosso curso de esportes alternativos.

Para quem quer passar em qualquer concurso para O estado ou município fica a dica.

LEIA JOÃO BATISTA FREIRE, caso contrário você não passa…

 

JOAO BATISTA FREIRE

Me aposentei como professor MS-5, Livre Docente, na Unicamp, depois de trabalhar nessa instituição por 15 anos. Antes disso trabalhei na USP e na Univ. Federal da Paraíba. Depois de me aposentar na Unicamp trabalhei por alguns anos na Universidade do Estado de Santa Catarina. Atualmente sou consultor do Instituto Esporte Educação – IEE em São Paulo e colaborador da Universidade do Futebol.

Experiência Profissional:

Minha carreira profissional em EF começou no Atletismo, onde fui professor de crianças e técnico durante uns 10 anos. Depois trabalhei com vários esportes, até 1999. Dei aulas em várias Faculdades de Educação Física e escolas da rede pública.Publiquei diversos livros. Os mais lidos foram: Educação de corpo inteiro, da Editora Scipione, Educação como prática corporal, da Editora Scipione, De corpo e alma, da Editora Summus ePedagogia do futebol e O Jogo: entre o riso e o choro da editora Autores Associados.

Obrigado Mestre pelo carinho de sempre… e por ser esse ser humano o verdadeiro “MESTRE DOS MAGOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA BRASILEIRA” Fonte de inspiração em minhas aulas…

Marcelo Korfebol

NÃO EXISTE MODELO CERTO PARA AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

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Educação Física é uma disciplina que compõe a educação formal, é oferecida em todo o ensino básico. Seu conteúdo contempla as práticas da cultura corporal nas dimensões atitudinais, conceituais e procedimentais.

A disciplina aqui estudada enfrenta desafios como todas as outras matérias do currículo escolar. Um destes desafios é a avaliação. Especificamente na Educação física, as raízes do tecnicismo, da performance motora, da exaltação à técnica, se sobrepõem a conceitos mais subjetivos como socialização e desenvolvimento afetivo. O ensino quase que exclusivo dos esportes, a formação deficitária de determinados professores e a política de avaliação das escolas, em grande parte são as causas da dificuldade de avaliar na Educação Física.

Qual é o modelo ideal para se fazer a avaliação em Educação Física?

Infelizmente, não existe uma fórmula pronta. Muitos dos modelos citados — e criticados — anteriormente podem ser usados, contanto que não como padrão único e tampouco sem passar por uma reflexão prévia. Por exemplo: os trabalhos escolares são úteis, mas não aqueles que permitem que o aluno simplesmente “recorte e cole” da Internet, e, sim, os que podem reforçar a articulação entre teoria e prática, levando o estudante a refletir sobre seu cotidiano nas aulas de Educação Física e a forma como concebe o próprio corpo.

Em vez de solicitar um trabalho enorme tratando do histórico da modalidade, das séries de progressões pedagógicas e das regras dos esportes — que muitas vezes sequer é lido na íntegra pelo professor —, sugere-se que sejam cobrados textos curtos (na forma de redação), mas com um alto teor de crítica e reflexão, explorando as problemáticas surgidas durante as aulas ou mesmo no dia-a-dia do aluno (como, por exemplo, o uso de anabolizantes). As avaliações teóricas podem seguir a mesma linha: por meio de questões dissertativas, pode-se exigir que o estudante reflita sobre a importância do movimento na sua vida. E, se muitas vezes é inviável acompanhar o desenvolvimento individual dos alunos, pode-se acompanhar o desenvolvimento geral, ou seja, da turma, até mesmo reforçando o senso de colaboração, já que uma parcela da nota será coletiva.

De qualquer forma, o mais importante é não negligenciar a importância da avaliação, pois é através dela que o educando tem um controle do seu desenvolvimento e, assim, sabe quanto ainda pode evoluir com relação aos movimentos e ao domínio e consciência do corpo — quebrando os paradigmas de beleza pregados pela mídia e que envolvem, muitas vezes, sofrimento e privações.

ATIVIDADE FÍSICA MELHORA O APRENDIZADO DA CRIANÇA

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Crianças que praticam atividades físicas tendem a ser mais inteligentes na adolescência e vida adulta, diz um estudo feito por cientistas da Universidade de Illinois (EUA). Segundo os pesquisadores, a prática de exercícios também pode melhorar a memória e os distúrbios de atenção. Os autores ressaltam que o estudo é muito importante, já que, devido ao uso exagerado de computador, videogame e televisão, cada vez menos crianças buscam se divertir ao ar livre, praticando atividades físicas.

A pesquisa envolveu um grupo de 490 crianças com idade entre nove e dez anos. Elas foram submetidas a exames de ressonância magnética, testes de aptidão física, testes ergométricos e de memória, além de responderem a um questionário sobre a prática de atividades físicas.

Os pesquisadores observaram pela ressonância magnética que as crianças que praticavam exercícios e que tinham melhor preparo físico apresentavam maior atividade cerebral do que aquelas que eram sedentárias, um forte indicativo de que esse grupo teria maior facilidade de aprendizado. Além disso, as crianças que se exercitavam tiveram um resultado 12% melhor em testes de memória do que aquelas que tinham hábitos mais sedentários.

Segundo os autores do estudo, durante a prática de atividades físicas, a criança recebe uma série de estímulos sensoriais que fazem o hipocampo, área do cérebro responsável pela memória e aprendizado, ficar mais ativo, aumentando a inteligência da criança.

Papel da família

O sedentarismo e a obesidade infantil são problemas que cada vez mais preocupam os médicos. Além da prática de atividades físicas, a presença da família é fundamental. Segundo um estudo feito pela University of Illinois, refeições com toda a família pode ser a peça chave para evitar distúrbios alimentares, obesidade e nutrição inadequada.

A pesquisa liderada pela University of Illinois, nos Estados Unidos, baseou-se na revisão de 17 estudos recentes sobre padrões alimentares e nutrição, totalizando mais de 182 mil crianças e adolescentes. Os especialistas observaram quantas pessoas estavam acima do peso, tomavam pílulas para controlar o peso, induziam vômitos, utilizavam laxantes e diuréticos, ficavam em jejum, comiam muito pouco, pulavam refeições ou ainda fumavam para enganar a fome.

Os resultados mostraram que adolescentes que faziam pelo menos cinco refeições por semana com suas famílias tinham 35% menos chances de ter problemas ligados à alimentação. Crianças que comiam pelo menos três vezes por semana em suas casas apresentaram uma probabilidade 12% mais baixa de ter excesso de peso. Além disso, as chances de consumir alimentos mais saudáveis em refeições caseiras foi 24% maior.

Ainda que não seja possível sentar-se à mesa com a família durante sete dias por semana, os autores do estudo aconselham que os pais estipulem cotas mínimas para que seus filhos comam em casa. A reunião também é essencial para que sejam identificados sinais precoces de padrões alimentares negativos.

créditos para http://escola.educacaofisicaa.com.br/2011/12/atividade-fisica-melhora-o-aprendizado.html#.VjtGz7erTIU