BBC LONDRES REALIZA DOCUMENTÁRIO COM PARTICIPAÇÃO KORFEBOL BRASILEIRO

Estaremos disponibilizando o documentário da BBC de Londres com a participação do Korfebol Brasileiro, importante dizer que o Korfebol Brasileiro nada tem haver com o Korfball/Corfebol praticado no resto do mundo, inclusive esperamos que o Presidente da entidade que representa o esporte no mundo, não venha declarar que a matéria foi realizada por eles ou por outros brasileiros. O responsável por essa mátéria foi o Professor Marcelo Soares, mais conhecido como “Marcelo Korfebol” que de 1998 a 2012 esteve ligado diretamente a entidade internacional que dirige e representa o Esporte. Em 2013 foi fundada a ABRAKO – Associação de Korfebol Brasileiro, totalmente independente e sem vínculo com nenhum país praticante do Corfebol/Korfball competitivo. Aqui no Brasil realizamos um trabalho diferenciado, muito mais cooperativo e sem a formação de “atletas” nem realização de campeonatos, não temos aspirações Olímpicas e nem queremos ter, o trabalho desenvolvido por aqui é para todos e o mais cooperativo possível para que haja a inclusão através do Korfebol Brasileiro.
Agradecimento especial a Professora Sheila Duarte Bandeira, representante Abrako, aos alunos do Instituto Geremário Dantas no Rio de Janeiro, pelo carinho, dedicação e amor ao Korfebol com K brasileiro.
Desafio das 100 Mulheres BBC (BBC 100 Women Challenge 2017) – No Rio de Janeiro, as nove representantes do Brasil, que integram a lista da BBC de mulheres inspiradoras em todo mundo, reuniram-se para apresentar propostas para minimizar o sexismo no esporte, além de assistir a uma partida de futebol misto entre meninos e meninas e a apresentação de um rap, cuja letra traduz a questão do sexismo.

Saiba quem são as mulheres do Brasil indicadas na lista:

Adriana Behar – ex-jogadora de vôlei de praia e medalhista olímpica;
Ana Luiza Santos de Andrade- estudante de 12 anos, que defende igualdade para meninos e meninas no futebol;

Beatriz Vaz e Silva- jogadora de futebol, que fez parte da seleção brasileira de futebol por quatro anos;
Claudianny Drika- treinadora de futebol, que trabalha com jovens de uma comunidade carente no Rio;
Fernanda Nunes – remadora olímpica e blogueira;
Luiza Travassos- estudante de 13 anos, que conta seu dia a dia como jogadora feminina de futebol
nas redes sociais;
Maira Liguori- diretora da ONG Think Olga, dedicada a capacitar as mulheres compartilhando informações;
MC Soffia- jovem rapper de 13 anos, que tem cantado sobre o empoderamento das garotas negras desde os seis anos de idade;
Nora Ronai -nadadora e atleta de 93 anos, vencedora de seis medalhas de ouro de natação no Masters World Championships em Montreal, Canadá (2014).

Este vídeo é um trecho do documentário exibido na BBC de Londres.

#bbc100women

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Korfebol Brasileiro é tema de trabalho acadêmico sobre Sociologia da Educação – Universidade Uniabeu – Belfort Roxo – RJ

KORFEBOL BRASIL

 

Nessa trajetória , são tantas pessoas que contribuíram para meu sucesso, que seria impossível colocar o nome de todos por aqui.
Senti-me muito especial com tão bela homenagem em que recebi pelos alunos na disciplina Sociologia da Educação. Orgulho, alegria, emoção, misto de tantos sentimentos bons, que até a presente data, parece que comecei ontem ” 11/11/ 1998″ na comunidade Fernão Cardin com uma bola de vôlei e duas cestas de basquete, e fazendo o jogo de forma adaptada. Em 3 meses de prática observamos que gradativamente a integração entre os gêneros se construía.
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“Quanta alegria em saber que meu trabalho é valorizado por pessoas que nem me conhecem pessoalmente, e que de alguma forma meu trabalho contribui para educação física escolar.  Isso é gratificante! ”

Confesso que tenho muita paixão pela minha profissão, e por ensinar o Korfebol Brasileiro, com regras novas e adaptadas para que todos tenham acesso, transformando o jogo competitivo em um jogo cooperativo, socializador, onde cadeirantes, autistas, terceira idade, famílias, criancas, jovens e adultos podem vivenciar a dinâmica em igualdade de condições.

Tenho buscado,porém, em quadra de aula, atender o maior número possível de pessoas, sempre na perspectiva da cooperação, adaptando a atividade ao grupo que está sendo trabalhado.

Nesses 17 anos de ensinamentos e aprendizados  conhecí muitas pessoas, Inclusive ídolos de diversos  esportes brasileiro, que me deram o prazer de jogar Korfebol Brasileiro, como o Ricardo Prado, recordista mundial das piscinas e atleta olimpico, o Mestre João Batista Freire que realizou o Korfebol na caravana do Esporte, entre outros que me ajudaram e ajudam até hoje. Os mesmos tornaram-se meus grandes amigos, pessoas de extrema importância na minha vida  profissional. O Korfebol tem esse poder envolvente, que nos atrai para um mundo de debates, diálogos, troca de experiências.

Importante é o fato de que a humildade deve prevalecer diante dessa homenagem, isto porque não sou a único protagonista nessa história de Korfebol Brasileiro.

Obrigado alunos da Uniabeu e amigos de Facebook que curtem e compartilham a página do Korfebol Brasileiro , matérias na TV, vídeos, cursos e palestras, por confiarem em nosso trabalho.

Obrigado a todos, de coração!

Gratidão a vocês amigos de fé e apaixonados pelo jogo Korfebol Brasileiro.

“TEM QUE QUERER”

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Alunos da Universidade Uniabeu – Belford Roxo – Rio de Janeiro

KORFEBOL BRASILEIRO EM PRESÍDIOS: Depoimento do Professor Sidnei da Silva

“-Oi Marcelo! Meu nome completo é Sidnei da Silva e trabalho no Esmeraldino Bandeira (Angenor de Oliveira-Cartola) desde setembro de 2003. Comecei trabalhando como Glp (hora extra)e em março de 2005, levei minha matrícula para lá. No início era um pouco mais difícil fazer trabalho prático devido a quadra estar sendo usada para visitas, pois trabalhava justamente nesses dias. Depois, comecei a trabalhar em dias que não havia visitas,mas mesmo assim tinha que solicitar autorização para a utilização da quadra ao diretor do presídio.Depois, com o passar do tempo, a coisa ficou um pouco melhor para se trabalhar na quadra, mesmo assim enfrentando muitas dificuldades, como contar com a boa vontade dos guardas para liberar os alunos para fazerem as aulas práticas. Já trabalhei com eles iniciação (noções) do atletismo, voleibol (bem improvisado) e o handebol, Porém, sempre negociando com eles, pois senão só jogariam (só praticariam) o futebol ou futsal. Mostrei para eles que existem outros desportos além do futebol, e eles aceitaram bem, porém, sempre negociando ao final das aulas deixarem eles jogarem um pouco de futsal. Para mim é muito gratificante trabalhar com eles, passar a eles que existem muitas coisas boas e o que o esporte proporciona a vida de um modo geral. Todos os anos realizo torneios de futsal para que todos os alunos participem.”
Ao sair de lá, tive a sensação de missão cumprida. O sucesso foi total junto aos presos que permitiram serem fotografados e me parabenizaram pelo meu amor e dedicação ao esporte e principalmente ao Korfebol Brasileiro. Foi um dia inesquecível na minha vida, e que a as oportunidades devem ser concedidas a todos sem distinção. Todas as pessoas são passíveis de erros, porém uma segunda chance deve ser dada a elas, pois muitos têm condições de dar a volta por cima, e voltarem a ser cidadãos livres. Muitos voltam ao crime por falta de opção de trabalho, de estudo. Sou um simples professor de Educação Física que divulga um esporte diferente e que tenta de todas as formas transmitir novos conceitos de igualdade, liberdade e fraternidade através da Educação Física.

UMEI – Unidade Municipal de Educação Infantil – Mostra de Projetos Instituintes Rede Municipal de Niterói – Profª Gláucia Leão.

O Blog dos Esportes alternativos Escolares, parabeniza a Umei Nina Torres pelo projeto e iniciativa em prol da Educação.

Participamos hoje da Mostra de Projetos Instituintes da Rede Municipal de Educação de Niterói, apresentando o Projeto Instituinte 2017 : Multimeios: Ressignificando um Espaço de Múltiplas Aprendizagens . A necessidade de ressignificação dos espaços da UMEI é uma temática que nos inquieta e mobiliza ações. Defendemos a criação de espaços que sejam acolhedores e que possibilitem experiências multissensoriais , que priorizem a brincadeira e a ludicidade e assim a aprendizagem prazerosa. Nossa sala hoje oferece a possibilidade de experimentação, descoberta, pesquisa e análise, com o oferecimento de diferentes materiais, com diferentes possibilidades de uso

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100 Mulheres: As jogadoras que desafiam o machismo no universo dos games

Créditos BBC.com
http://www.bbc.com/portuguese/internacional-38031158
Steph Harvey
Image captionSteph Harvey sofre abusos recorrentes, incluindo ameaças de estupro, quando joga

Pouquíssimas mulheres conseguem entrar no mundo profissional dos games. E as que conseguem frequentemente têm de encarar abusos e diferenças salariais em relação aos homens. A BBC conversou com duas importantes jogadoras para esta reportagem, a primeira que publicamos da edição deste ano do 100 Mulheres* (entenda o projeto em quadro abaixo) – elas contaram como lutam contra a discriminação e encorajaram outras mulheres a entrar nesse universo.

Na última segunda-feira, um importante prêmio da indústria de competições online foi realizado em Londres. A ideia era homenagear os principais nomes da categoria – mas nenhuma mulher foi indicada.

Essas competições, também conhecidas como e-sports, crescem em ritmo acelerado. A previsão de receitas para 2016, segundo a consultoria Deloitte, deve crescer em 25%, chegando a US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 1,6 bilhão).

O número de interessados deve chegar a 150 milhões de pessoas em todo o mundo.

Diferentemente dos esportes tradicionais, não há vantagens físicas – ainda que os jogos mais populares sejam dominados pelos homens.

Competição de jogos on-line
Image captionTorneios femininos estão trazendo mais mulheres para essa indústria milionária

Uma pesquisa recente do instituto Pew mostra que homens e mulheres se dizem igualmente interessados por videogames, mas eles se dizem “jogadores” duas vezes mais que elas.

Quando o assunto é competir, o número de mulheres despenca.

Steph Harvey é uma das jogadoras mais bem-sucedidas do planeta. Ela diz que o número de mulheres nos e-sports gira em torno de 5% e que a principal razão seria o estereótipo ligado às jogadoras.

“Ainda é um ‘clube do bolinha’, então, como mulher, você é automaticamente julgada por ser diferente”, ela diz.

Abusos online são frequentes na comunidade de jogadores há anos. Especialmente em 2014 e 2015, o tema ganhou destaque no episódio conhecido como Gamegate, quando mulheres e também homens reclamaram publicamente desse tipo de assédio.

Steph diz que sofreu ameaças online de estupro no passado. “A forma com que sofro esses abusos tem a ver com o que eles fariam com o meu corpo de verdade. Eles acham que eu não mereço estar ali porque supostamente eu uso minha sexualidade – é extremamente agressivo.”

Ela diz que começou a perder motivação com o trabalho na comunidade de jogos online e afirma que muitas vezes pensa: “Por que eu faço isso se a minha comunidade me odeia?”

Mas ela mesma responde: “Porque eu sou feminista. Porque acredito que as mulheres têm um lugar no jogo”.

Julia Kiran (centro) e seu time
Image captionJulia Kiran (centro) lidera o principal time de jogadoras de e-sports do mundo

Julia Kiran é a líder do Team Secret, que em outubro se tornou o principal time feminino do mundo.

Ela acha que isso reflete uma atitude comum: “Sempre se achou que times femininos não fazem parte da ‘cena’ profissional. Os jogadores homens nos tratam como se fossemos algo paralelo, que não conta.”

Uma das soluções encontradas tem sido a criação de times femininos e torneios voltados apenas para mulheres.

Esse foi o caminho de Steph: “Eu sou prova de que isso ajuda de verdade, porque vi mulheres competindo e pensei: ‘quero ganhar essa copa do mundo’. É muito mais intenso ser inspirado por alguém com quem você se identifica.”

Mas os torneios femininos também estão cheio de controvérsias. Muitas jogadoras, incluindo Julia, acreditam que eles reforçam divisões entre gêneros.

“Seria ótimo ver algo em que homens e mulheres estão trabalhando juntos”, diz.

Ainda há um abismo enorme entre os rendimentos de homens e mulheres em torneios e patrocínio.

Os ganhos dos principais jogadores homens ultrapassam US$ 2,5 milhões, enquanto as principais jogadoras não alcançam US$ 200 mil. Os times femininos rendem menos, o que faz com que consigam menos patrocínios e uma cobertura inferior na imprensa.

Steph espera que grandes empresas passem a apoiar torneios femininos e jogadoras, “porque no fim das contas você precisa de dinheiro para competir”.

“Ultimamente, a sensação é que o objetivo é extinguir os torneios femininos, como se não houvesse razão para eles existirem.”

Igualdade

A Twitch, uma página de jogos online da Amazon, está trabalhando para atacar abusos no site.

Steph também criou sua própria solução: a organização Misscliks, plataforma que promove ícones femininos no mundo dos jogos.

A falta de jogadoras entrando para o mundo profissional também está conectada, segundo Steph, à história do desenvolvimento dos jogos, que sempre foi dominada por homens.

Mesmo que os e-sports não exijam habilidades físicas, “eles se focam em noções de espaço, reflexos e características que normalmente são mais fortes em homens”, ela conta.

Steph quer ver mais desenvolvedoras mulheres criando os jogos, o que poderá se refletir em mais mulheres inspirando outras a jogarem.

“Assim veremos o universo dos jogadores populares se tornando mais diverso. Se eu puder inspirar uma pessoa, já terá valido a pena.”

KORFEBOL BRASILEIRO COMPLETA 17 ANOS NO DIA 22/10/2017

KORFEBOL BRASIL

A Associação Brasileira de Korfebol Brasileiro – ABRAKO, através de sua Diretoria e da sua Comissão de Eventos, tem o enorme prazer de agradecer a todos que ao longo desses 17 anos de KORFEBOL NO BRASIL,  que diretamente e indiretamente contribuiram para a realização e o sucesso do trabalho realizado pelo seu idelizador o Professor Marcelo Soares, mais conhecido como “MARCELO KORFEBOL”.

A comemoração dos 17 anos de korfebol brasileiro foi realizada no Congresso de Educação Física Escolar – ENEFE – PEDRO II – CAMP. REALENGO 2 – Rio de Janeiro com o tema: Oficina de Esportes Alternativos Korfebol Brasileiro

No mesmo dia  lembramos e homenageamos alguns profissionaisca de Educação Física como o mestre João Batista Freire que com dedicação e competência se monstraram “Amigos e colaboradores do KORFEBOL BRASILEIRO.

 

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé

Também aqui, aproveitando o espaço, prestamos os nossos agradecimentos aos colaboradores do evento: ENEFE PEDRO II, a todos as pessoas que se inscreveram na oficina prática do korfebol e em especial a professora Gláucia Leão por sua contribuição na Palestra sobre o Korfebol com o tema : A importância do Brincar na Educação Infantil.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e pessoas sentadas

Participei ontem do IV Encontro de Educação Física Escolar do Colégio Pedro II, Oficina Jogos Alternativos Escolares_ Koferbol Brasileiro. O Koferbol ,jogo dos gêneros, é uma atividade colaborativa que traz a possibilidade de participação de todos ,independente de sexo, altura, peso,sem competição , sendo assim, inclusiva. Pude jogar e me encantei com a atividade, com a parceria e o afeto que vão sendo construídos em quadra . Na oportunidade, falei sobre a importância do brincar, da formação integral e de atividades integradas e sobre o trabalho que desenvolvemos na UMEI Professora Nina Rita Torres, em Niterói.

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A Importância da Educação Física Escolar na formação do aluno

Participei da gravação da matéria realizada para o programa de Bem com a vida Rede bandeirantes, com o colega de Profissão Professor Rogério Dias, no Colégio Sagrado Coração de Maria Copacabana – Rio de Janeiro